Nessa quinta-feira, 14, muita gente foi pega de surpresa com o anúncio de que a prefeitura da cidade de São Paulo proibiu que a bandeira do Brasil seja projetada no prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

A projeção da bandeira nacional, bem como frases ou palavras de ordem no país, tornaram-se uma das características marcantes das manifestações a favor do #Impeachment, que ocorreram na Avenida Paulista.

A decisão de Fernando Haddad (PT-SP) ocorreu há exatos quinze dias de uma grande #Manifestação marcada para o centro da capital, bem como em todo o Brasil. O objetivo do protesto é pressionar os senadores a votarem a favor da saída de Dilma Rousseff.

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A repercussão

Além de inúmeras críticas de internautas anônimos, políticos e até funcionários da segurança pública, o líder do Movimento Contra a Corrupção, Alexandre Frota, gravou um vídeo para criticar a decisão.

Frota declarou que Haddad é o pior prefeito que São Paulo já teve, questionou o gasto milionário com ciclovias que não são utilizadas na cidade e a ‘indústria da multa’, tema recorrente em programas jornalísticos locais, sobre suposta ‘meta’ de multas diárias sem motivo aparente e que são aplicadas aos motoristas que circulam pelo município.

Alexandre ainda convidou a população a dar a resposta para Haddad em outubro nas urnas eletrônicas, bem como para não votar em partidos com ideologias de esquerda como REDE, PSOL, PCdoB e PT.

 

A decisão de proibir o uso da bandeira do Brasil pela FIESP

Por oito votos a três, a Comissão de Proteção à Paisagem Urbana da prefeitura de São Paulo decidiu que a instituição está proibida de exibir a bandeira do Brasil em sua fachada em dias de manifestações e datas comemorativas, a fim de que a FIESP, que é assumidamente a favor do impeachment, não faça uso político do símbolo nacional.

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A FIESP declarou que o fato não passa de uma censura e afirmou que irá recorrer da decisão. Essa é a primeira vez que uma prefeitura proíbe o uso da bandeira nacional em manifestações de rua. #Fernando Haddad