Após duas semanas do início das investigações contra um suposto crime envolvendo um deputado federal de enorme popularidade no país, a suposta vítima, vira oficialmente ré e, além de ter sido indiciada por extorsão e denunciação caluniosa, também terá sua #Prisão preventiva solicitada pela autoridade policial legitimada para o caso.

A polícia civil de São Paulo, em junção com a polícia do Distrito Federal, solicitou uma análise psicológica da jovem. O laudo concluiu que #Patrícia Lélis é portadora de mitomania, que trata-se de um transtorno severo de personalidade. Tal problema faz com que ela minta compulsivamente. Segundo o psiquiatra forense, Guido Palomba, o problema é incurável, mas possui tratamento.

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A versão de Patrícia

A estudante de jornalismo possui dois advogados de defesa que criticaram a ação da polícia civil de São Paulo. Para eles, o delegado do caso, Luís Roberto Hellmeister, não quis ouvir sua cliente, anunciando, assim que ela chegou à delegacia nessa quinta-feira, 18: “Se for para repetir a mesma coisa, prefiro colocar aqui que falará só em juízo’.

Já o delegado, deixa claro que quem não quis se pronunciar durante o depoimento na delegacia, foi a própria Patrícia Lélis. Roberto da Gama Cidade e Rebeca Novaes Aguiar, advogados de Patrícia, pedirão o afastamento do delegado do caso, a fim de buscar imparcialidade nas investigações. Eles também alegam que viram fotos de testemunhas do caso ao lado do delegado.

Caso recorrente

Essa não é a primeira vez que Patrícia Lélis acusa alguém de ter tentado ou consumado um ato criminoso contra ela.

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Há alguns meses, chegou a fazer boletins de ocorrência contra alguns desafetos, sendo que um dos rapazes chegou a disponibilizar um vídeo no Youtube para se defender e esclarecer o que aconteceu.

A jovem também alega que, aos quinze anos de idade, foi violentada mais de uma vez pelo mesmo homem, porém, ela não conseguiu descrever detalhes do fato ou características do criminoso. O delegado do caso contra Talma Bauer, disse que essas acusações de quase oito anos atrás, tiveram as investigações arquivadas por falta de provas. Lélis, por sua vez, chegou a dizer em um depoimento para a internet, que deu uma facada no estuprador e que o mesmo se encontrava preso. #Marco Feliciano