Inicialmente, muitos acreditaram que se tratava de uma lenda urbana no estado de São Paulo. Mulheres estão sendo atacadas em espaços público, como ruas e metrô. Suspeita-se que nelas seja inserida uma agulha com um sangue contaminado com algum mal, possivelmente o vírus HIV. No entanto, as acusações envolvendo o chamado "maníaco da seringa" só aumentaram. A Polícia então precisou mostrar força e procurar o que estava havendo. Nesta terça-feira, 20, pelo menos um dos homens que estariam atacando tais mulheres foi preso. De acordo com informações da 'Veja São Paulo', tal homem seria um morador de rua. Ele teria atacado uma estudante no mês de agosto na estação Paraíso do metrô paulista. 

O preso foi identificado como Benedito José da Silva, de 62 anos.

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Ele acabou sendo detido na plataforma de outra estação do metrô, a Barra Funda, próxima à sede da TV Record. Ao prender o homem, os policiais ficaram surpresos com o que foi encontrado com ele, as supostas armas do #Crime que está colocando muitas mulheres em pânico. Na bolsa do morador de rua estavam 21 seringas. Uma delas já estaria aberta e pronta para ser usada. Além das seringas, o homem levava na bolsa roupas. As demais agulhas, segundo a Veja, estariam fechadas e foram adquiridas em postos de saúde.  O homem diz que tem diabete e que precisa dos utensílios para se auto-medicar.

Em entrevista ao site da Veja, o delegado que está à frente do caso, Nico Gonçalves, informou que o homem teria problemas mentais. Por isso, o pedido da delegacia não foi apenas de prisão, mas também para encaminhar o homem para um hospital especializado em problemas psiquiátricos.

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Uma jovem estudante, de 18 anos, que teria sido atingida com uma das seringas, acabou reconhecendo o agressor. 

De acordo com a polícia civil, apenas nos últimos três meses, vinte e três pessoas contaram que foram vítimas do maníaco em estações de metrô. A grande maioria dos cados foi registrado em horários de pico. De todas as queixas, apenas seis pessoas quiseram continuar com as investigações.  #Investigação Criminal