Talvez algumas pessoas já tenham se esquecido, mas Priscilla Toscano ganhou grande repercussão há quatro meses, quando fez suas necessidades fisiológicas no vão do MASP, na Avenida Paulista. O ato foi realizado em protesto contra os parlamentares que votaram pelo #Impeachment de Dilma.

Após o ocorrido, descobriu-se alguns fatos sobre a vida da manifestante, dentre eles, que já havia dado aulas para o ensino fundamental público em São Paulo, exonerando-se em 2014; bem como é contratada como orientadora teatral em um programa da Secretaria de Cultura da Cidade São Paulo. Desde então, a imagem de Toscano tornou-se cada vez mais conhecida nas redes sociais.

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Para se desvencilhar das fotos compartilhadas nas redes sociais, Toscano mudou o visual e desde então, tenta passar despercebida em alguns lugares. O medo de ser agredida, fez com que se mudasse, mas não a impediu de continuar fazendo protestos e performances criticadas pelos internautas.

Como Priscilla se considera vítima do "machismo" e de "perseguição política", um meio de comunicação da esquerda decidiu gravar um minidocumentário com a mesma, onde irá tratá-la como uma “sobrevivente guerreira”. Sobrevivente por ter, suspostamente, sido vítima de ódio gratuito e intolerância das pessoas, sobretudo, segundo ela, de pessoas que apoiam o deputado Jair Bolsonaro, bem como páginas no Facebook.

Apesar de não ser filiada a um partido, apenas se considerando de esquerda, a moça se considera uma perseguida política e é sobre esse prisma que o seu minidocumentário irá focar.

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Toscano continua participando de “performances” contra o impeachment e declarou paraa imprensa no dia 25 de agosto, que, segundo sua concepção pessoal, o impeachment é um golpe.

Até que seu documentário fique pronto, Priscilla realiza encenações bem polêmicas, que envolvem nudez ou outros elementos. Atualmente, trabalha duas performances gravadas sobre monumentos públicos de simbologia nacional, além de um vídeo chamado “Concreto”, onde ela e outras mulheres aparecem nuas, enquanto “mãos” surgem com colheres de pedreiro para “concretá-las”. #Polêmica #Protestos no Brasil