Um bebê de cinco meses ficou esquecido, dentro de um carro, em Araçatuba, São Paulo. Teria sido o #Pai, de 25 anos, quem se esquecido da criança, durante cinco horas. O homem teria saído de casa, de manhã, com o bebê e o irmão maior, de cinco anos. Deixou o maiorzinho na creche, mas acabou se esquecendo do bebê, na cadeirinha. Quando regressou do trabalho, encontrou o filho, que ainda levou no hospital, mas já não havia nada mais a fazer.

A identidade desse homem está, no momento, sendo protegida legalmente. O menino acabou morrendo, já depois de chegar no hospital. Alegadamente, ele ficou durante as cinco horas, sentado na cadeirinha, dentro do carro.

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O homem teria deixado o seu carro, perto da rua onde fica seu trabalho. Um local onde não passam muitas pessoas e também onde não havia sombra, podendo ter sido o sol e o calor a provocar os piores efeitos para esse bebê, tão pequeno.

Depois de essa morte, a polícia está investigando esse caso, mas o incidente deverá ser considerado como um homicídio involuntário, uma vez que o esquecimento de esse pai teria sido um acidente.

O pai da criança já foi ouvido pela polícia, onde contou como tudo aconteceu. Este pai falou para a polícia que saiu de manhã para o trabalho e que sabia que tinha que deixar um dos filhos na creche e o bebê na casa da sogra, que ficaria tomando conta de ele, durante o trabalho do pai. No entanto, o homem se esqueceu de essa última passagem, e o bebê ficou esquecido dentro do carro.

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Ele fazia esse percurso todos os dias, deixando os dois filhos antes do trabalho. No entanto, esse esquecimento de esse dia, acabou sendo fatal, e quando saiu, foi encontrar o seu bebê já inconsciente.

Para o delegado Marcelo Cury, tudo isso foi um terrível acidente e ele, depois de ter escutado esse pai, acredita que o homem não será responsabilizado por essa morte. Trabalhando há 27 anos na polícia, mas sendo pai de família, Marcelo Cury sente que esse pai já teve a maior das sentenças, com a perda de esse bebê. "Me coloco no lugar desse pai e me dá vontade de chorar", contou o delegado para o site G1. #Casos de polícia #Bebês