Um acontecimento trágico, marcou esta quarta-feira, 23 de novembro em Araçatuba, interior do estado de São Paulo. Um bebê, de apenas cinco meses faleceu, depois que o próprio pai esqueceu a criança dentro do #carro. A criança, ficou aproximadamente cinco horas dentro do automóvel, debaixo de um sol forte, que elevou drasticamente a temperatura do carro. O Bebê foi encontrado desmaiado na cadeirinha, não resistiu, sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.

O pai, foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, onde foi ouvido e depois liberado. Segundo o delegado de polícia, o pai, 25 anos e técnico em cabeamento, disse que colocou o filho no banco traseiro, preso na cadeirinha pelo cinto de segurança e como faz todos os dias, saiu para levar o filho mais velho, de cinco anos, para a creche, tudo aconteceu por volta de 8 horas da manhã.

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A esposa, também trabalha pela manhã e saiu de casa mais cedo que o pai. Ele deixou o filho mais velho na creche e acabou esquecendo de levar o caçula para a casa da sogra. Foi direto para o trabalho, estacionou o carro na rua e foi trabalhar, com o carro da empresa.

A sogra não percebeu a ausência da criança, já que às vezes a mãe não trabalhava e ficava com o filho em casa.

Aproximadamente cinco horas depois de deixar o carro estacionado, por volta de 12h30, na hora do almoço, ele retornou e encontrou o filho desmaiado. No próprio carro, o pai levou o bebê para o pronto-socorro do bairro Santana. Os médicos atenderam o bebê na emergência, usaram sonda de oxigênio e medicamentos, na tentativa de ressuscitar o garoto, mas sem êxito, ele não resistiu.

Segundo o cabo Fabiano Sonego Bodo, não foi constatada nenhuma lesão no bebê.

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Ele sofreu uma grave desidratação, foi uma fatalidade.

O delegado disse que o pai entrou em desespero ao saber da #Morte do filho e ficou em estado de choque. Ele lamenta a situação e vai aguardar o laudo do Instituto Médico Legal.

O pai vai responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O caso é bem delicado, já que existe uma norma, que diz que o próprio fato já pune o autor e por isso, normalmente, o juiz deixa de aplicar pena.

“A maior pena do pai é perder o próprio filho. É o tipo de ocorrência que nunca quero atender na minha vida. Tenho filhos e quando me coloco no lugar deste pai começo a chorar, “ afirmou o delegado Marcelo Cury.

O pai não quis falar com a impressa.

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