A pacata cidade de Jaboticabal, localizada no interior de são Paulo, acordou atordoada nesta quinta-feira (22) com a notícia de uma chacina ocorrida em uma boate, que servia como casa de prostituição.

Um dos clientes chegou no estabelecimento e não gostou nada de ver sua garota de programa predileta já atendendo um outro frequentador da casa. Revoltado, ele centrou fogo no local, acertando seis pessoas feridas mortalmente.

A chacina ocorreu por volta das 22h30 de quarta-feira (21), em uma boate conhecida como Léo Drinks Bar. Segundo as autoridades policiais que atenderam a ocorrência, testemunhas dizem que Roberto Ferreira Costa, de 27 anos de idade, ficou extremamente contrariado ao ver sua prestadora de serviços sexuais habitual já com outro homem, um empresário bastante conhecido na cidade.

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Irritado, ele voltou para o carro e buscou seu revólver e retornou ao estabelecimento já atirando. A Polícia Militar só foi chamada pouco antes da meia-noite e constatou a morte de um segurança, da garota de programa com quem ele queria passar a noite e do empresário que ela estava atendendo.

Outras três pessoas também acabaram assassinadas: a proprietária da casa, Leonilda Lucindo, de 71 anos, além de duas funcionárias. Durante os disparos, parte das pessoas que estavam na boate conseguiram sair correndo ou buscaram refúgio.

O prostíbulo fica em uma área rural próxima à cidade de Ribeirão Preto e distante cerca de 350 quilômetros da capital paulista. O afastamento da boate da área urbana de Jaboticabal propiciou a fuga de William. Entretanto, ele deixou seu carro estacionado ao lado da casa, o que facilitou aos policiais a identificação da autoria dos tiros.

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Testemunhas contaram que o suspeito teria fugido por um canavial existente nos fundos da casa. Ele continua foragido e não há pistas de seu paradeiro. Os cadáveres já foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) do Município.

Os sobreviventes que testemunharam as cenas prestarão depoimentos e a perícia policial foi acionada para analisar a cena do #Crime.

#Casos de polícia