Ricardo do Nascimento, de 21 anos, estava sendo procurado depois de espancar um ambulante até a morte no dia 25 de dezembro em frente ao metrô de São Paulo, na estação Pedro II. Ele estava acompanhado de Alípio Rogério Belo dos Santos, que também estava sendo procurado.

O suspeito Ricardo foi localizado ontem à noite em Itupeva e levado para o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa). Na sequência, foi transferido para a Delpom (Delegacia de policia do metrô) para que as testemunhas do crime pudessem identificá-lo. No reconhecimento, todas as pessoas interrogadas reconheceram o homem como o agressor de Luis.

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Ao deixar a o Departamento de Homicídios, Ricardo foi questionado por jornalistas “O que o senhor tem a dizer a viúva de Luis?”. Ele então disse que não era uma má pessoa e que sabia que o senhor Luis estava trabalhando. Ricardo também pediu desculpas a Dona Maria, que era mulher da vítima.

O outro suspeito, Alípio Rogério Belo dos Santos também foi localizado em São Paulo nesta quarta feira. Os dois tiveram a prisão temporária decretada (A prisão temporária tem a duração de 30 dias, mas pode ser prolongada por mais 60 dias por ordem do Juiz). A suspeita até o momento é que Ruas foi agredido após tentar ajudar uma travesti, que estaria sendo perseguida pelos dois homens. Em depoimento, Nascimento alegou que tentou defender seu primo, que teria levado uma garrafada na cabeça desferida por Ruas.

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A versão de Nascimento não convenceu a polícia, que não acredita que Ruas teria agredido Alípio. O delegado informou também que Ricardo foi preso no barraco de um amigo em uma favela em Itupeva, que fica a 73 km de São Paulo.

Alípio Rogério dos Santos, de 26 anos, foi localizado zona leste da capital paulista. O suspeito foi encontrado através de um e-mail anônimo enviado para a polícia nesta quarta-feira, às 13h30. Ele estava em um condomínio em Itaquera, a suspeita é que ele já estaria indo se entregar. Ainda não foi divulgado o depoimento de Alípio. Os dois permanecem detidos até segunda ordem. #Metrô #Justiça #Casos de polícia