Os dois homens que espancaram até a morte o vendedor ambulante, Luiz Carlos Ruas, ficaram de se apresentar na delegacia na tarde desta terça-feira, 27, mas não o fizeram. Por conta disso, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo está oferecendo R$ 50 mil para quem conceder informações que levem até os dois criminosos, a fim de que sejam presos.

O advogado da dupla avisou que eles se entregariam e contou para uma equipe jornalística que Alípio Rogério Belo dos Santos, que tem 26 anos, teria descoberto uma suposta traição no domingo de Natal, ocasião em que saiu de casa muito nervoso e arrumando confusão com todos, inclusive com os vizinhos.

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O advogado salienta que o estado emocional de Alípio não justifica o #Crime, mas é o que desencadeou a decisão de ter comportamento tão violento e irracional.

Alípio e o segundo agressor, Ricardo Nascimento Martins, são primos. Os parentes dos agressores os reconheceram nas imagens mostradas pelos investigadores. Quase quarenta pessoas realizaram diligências durante todo o dia, tanto na capital, quanto no interior e litoral do estado, a fim de localizar os criminosos.

Na tarde desta terça-feira, um grupo de cinquenta pessoas fez uma manifestação pacífica em frente às catracas da estação Dom Pedro II, local do crime, pedindo mais segurança no Metrô, bem como justiça pela morte do vendedor, que era ambulante nas proximidades da estação há mais de vinte anos.

Luiz ou Índio, como era conhecido, era paranaense e vivia em São Paulo há pouco mais de quarenta anos.

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Ele vendia refrigerantes e salgados no local e estava prestes a encerrar o trabalho naquele domingo de Natal, quando sofreu a #Violência da dupla foragida da justiça.

O Metrô disponibilizou imagens de segurança que mostram o momento da agressão, bem como funcionários da estação e usuários fotografaram os criminosos. O delegado responsável pelo caso afirma que a identificação dos assassinos só foi possível graças às imagens recebidas.

O objetivo da polícia, no momento, é prender os dois criminosos e depois, no decorrer do inquérito policial instaurado, ouvir os funcionários da estação para decidir se a empresa também responderá pelo crime.

Segundo o delegado, o Metrô tem ajudado muito nas investigações, mas qualquer decisão a respeito será tomada mais adiante, após a prisão consumada e o término das investigações. #Casos de polícia