O pequeno Bernardo Fredericce, de apenas 9 meses, nasceu com uma #Doença genética rara, diagnosticada ainda durante a gestação, a Síndrome de Pfeiffer.

A síndrome rara é caracterizada por anomalias na formação do crânio que, durante a gestação, se fecha antes da hora, impedindo o crescimento normal do cérebro e afetando a formação e desenvolvimento da cabeça e do rosto da criança. A estimativa é de que a cada 100 mil nascimentos, uma criança é afetada pela doença.

No caso do pequeno Bernardo, a cirurgia precisa ser feita com urgência até março deste ano, caso contrário, o pequeno poderá ter ser movimentos comprometidos, enfrentar convulsões, problemas neurológicos, além de perdas auditivas e de visão.

Publicidade
Publicidade

Sem esperança de cirurgia no Brasil

Apesar da procura, não foi encontrado nenhum centro médico especializado para esse caso no País. A esperança surgiu com a possibilidade de realizar a cirurgia no Texas, Estados Unidos, que conta com um médico especialista para esse caso raro e que possui uma alta taxa de sucesso na realização dos procedimentos cirúrgicos da doença.

O impedimento, até o momento, para a realização da cirurgia é o custo de quase R$ 180 mil.

A família, após descobrir a possibilidade de cura do pequeno Bernardo, iniciou uma #campanha nas redes sociais para arrecadar fundos. A cidade inteira abraçou a causa.

A cidade que abraçou a causa

Águas de São Pedro (SP) se mobilizou por meio de cartazes espalhados em todo o comércio da cidade, desde a loja de material de construção da D.

Publicidade

Clarice, passando por lojas de roupas, como a da Laís, até a livraria do Sr. Celso Verrengio, entre muitos outros. Moradores e visitantes da cidade também se uniram pela causa.

Além dos cartazes, há caixinhas de contribuição localizadas no comércio, e ainda são realizados eventos beneficentes, como bingos e rifas. Toda a arrecadação vai direto para a família do pequeno Bernardo.

O prazo está acabando

Cátia de Paula Fredericce do Santos, mãe do Bernardo e também do Miguel (5 anos) e da Sofia (4 anos), relatou que começou a campanha na internet por falta de condições financeiras que os impedem de pagar a cirurgia e salvar a #vida do caçula da família. "À princípio, o prazo dado pelo especialista para a realização do procedimento é março”, relatou Cátia.

O valor arrecadado, até o momento, chegou a 10% do necessário e foi empregado nos passaportes e na autorização para a entrada nos Estados Unidos.

Segundo a mãe do pequeno Bernardo, a esperança aumenta a cada novo cartaz colocado na cidade: “Tenho confiança que vamos conquistar o valor”, afirmou.

Após a cirurgia, dependendo do seu quadro clínico, Bernardo ficará internado por 30 dias, no mínimo.