Hoje (15), familiares de alguns policiais militares de Guarulhos realizaram um ato simbólico em frente a um batalhão na grande #São Paulo. O pedido foi melhoria de salários e melhores condições trabalhistas.

O grupo chegou logo pela manhã e estava presente na Rua Humberto de Campos, com faixas e cartazes, elas apresentavam uma pauta com 16 reivindicações. Entre elas, o reajuste salarial e o fim do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar (RDPM), que estipula as punições aos policiais em casos de infração.

"Nós estamos aqui pra reivindicar os diretos dos policiais militares do Estado de São Paulo. Hoje eles se encontram desmoralizados perante a sociedade e sem apoio de qualquer um.

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A polícia hoje acabou perdendo força porque não tem o apoio de seus próprios oficiais e do governador", afirmou Vanessa Ferreira para a equipe da G1, uma das mulheres presentes.

Segundo informações dadas ao G1 pela manifestante Meire Castro, a ideia de promover o ato surgiu após o #Protesto das mulheres de policiais do Espírito Santo. "O que elas fizeram foi um pontapé para que todos os outros estados, inclusive São Paulo, entrem nessa luta para defender a família policial militar que está denegrida. A polícia não tem mais poder de polícia", lamentou.

O G1 relatou que elas não bloquearam a entrada e saída das viaturas policiais (diferente do ocorrido no Espirito Santo).

Essa semana os familiares dos PMs protestaram também no Rio de Janeiro, onde um PM ficou ferido por um disparo nas costas, mas seu estado de saúde é estável, de acordo com o comandante da unidade.

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Mesmo assim, quatro mulheres permanecem em protesto na unidade do 12º Batalhão.

Todos esses protestos são pedidos da gratificação que deveria teriam sido paga pelo trabalhos feitos e/ou melhorias de condições trabalhistas, mas infelizmente alguns tiveram uma crise nos estados e ainda não há sucesso com relação as tentativas de acordo. Fonte de informações pelo texto de Kleber Tomaz do G1.

Caso tenha mais informações, deixe nos comentários. #2017