O fato ocorreu nesta quarta-feita (29) em São Paulo. O criminoso estava algemado dentro da viatura, porém, mesmo assim conseguiu roubar a arma do policial e começou atirar contra ele. Essa ação foi impressionante e desesperadora para os policiais que passaram por momentos de apuros, e tudo aconteceu em plena Marginal Tietê, uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo.

Essa cena aconteceu de manhã quando dois policiais civis estavam levando dois indivíduos para uma audiência de custódia no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste da capital paulistana. Os policiais foram pegos de surpresa por um dos criminosos, que puxou a arma do policial e começou a efetuar disparos na tentativa de acertar um dos agentes.

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Segundo o SPTV, os dois criminosos estavam algemados e com os braços para trás, sentados no banco traseiro da viatura. Um deles, porém, conseguiu passar as mãos para a frente do corpo, pulou para onde os policiais estavam e tomou a arma de um deles.

Segurando a arma, o bandido atirou contra um dos agentes, que ficou desarmado, mas para a salvação do policial o seu amigo também foi rápido e alvejou o criminoso, que só parou após ser atingido pelos disparos. No meio de toda a confusão, um dos tiros desferidos pelo meliante acertou o joelho do policial e o vidro do carro.

Tanto o policial quanto o criminoso foram atendidos no local por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Uma das faixas teve que ser interditada por algumas horas até que se resolvesse tudo. No horário, havia registro de 5,3 km de congestionamento na via, segundo a CET.

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O policial por sorte levou um tiro apenas de raspão no joelho e foi encaminhado para o Hospital das Clínicas. Já o criminoso foi levado à Santa Casa de Misericórdia com ferimentos na perna e na nádega. O estado de saúde de ambos não foi divulgado até o momento.

Outro caso chocante em São Paulo

O homem suspeito de espancar um promotor de eventos na madrugada de domingo (26) em um posto da Vila Mariana, na Zona Sul da capital paulistana, foi preso. A vítima foi internada e a Secretaria da Saúde disse que realiza os protocolos oficiais para poder declarar se houve morte cerebral. #Casos de polícia