Sandy Andrade Santos era uma jovem de apenas 21 anos de idade, que estudava no campus da Unicamp em Limeira (a 151 km de #São Paulo), e foi morta cruelmente na noite da última quinta-feira (30). Seu corpo foi encontrado em um local de trilha no bairro Morro Azul, bem próximo da faculdade.

O corpo de Sandy foi achado na manhã do dia seguinte por um ciclista que estava passando no local. Segundo ele, havia algumas 'marcas de violência'. Conforme informações da Polícia Militar, ela foi morta após levar várias facadas, uma meia também foi encontrada ao redor do pescoço da vítima.

Após investigações, o autor do crime foi preso em casa, na segunda-feira (3).

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O delegado, Antônio Luis Tukamantel, que está à frente do caso, afirmou que o homem já era conhecido no meio policial pela prática de estupro.

Motivo do crime

O indivíduo que matou a jovem teria a sequestrado para estuprá-la, só que, ao chegar no local, ela conseguiu escapar. Ele rapidamente puxou uma faca e desferiu no seu pescoço, mesmo ferida, ela conseguiu correr, mas foi morta após levar outras facadas.

Friamente, o homem contou em detalhes como tudo aconteceu. Foi até o local do crime para mostrar aos policiais onde a mulher foi morta e onde ele jogou a bolsa dela. "Ele confessou que a feriu com a faca, mas afirmou que jogou o objeto no mato", disse o delegado em entrevista ao G1.

Nota da Unicamp

A universidade onde Sandy estudava engenharia de manufatura da FCA (Faculdade de Ciências Aplicadas) divulgou uma nota de pesar sobre o polêmico caso.

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"Estamos todos consternados pelo assassinato de nossa aluna Sandy Andrade Santos e preocupados com a falta de segurança que alcançou, com este fato, um limite intolerável", afirmou a universidade em nota.

Após a morte de Sandy, estudantes da unidade pedem mais segurança na região, que se localiza no Jardim Santa Luiza. Há anos, os universitários reclamam da violência no bairro e nas proximidades.

O velório da vítima foi realizado no sábado (1). O autor do crime está preso e responderá por homicídio e tentativa de estupro. #Polêmica #Casos de polícia