Faleceu, no último domingo (30), a idosa, de 78 anos, que foi agredida por um enfermeiro que trabalhava na Unidade de Terapia Intensiva (#UTI), do Hospital do Servidor Público de #São Paulo.

O fato foi ratificado pela Secretaria de Saúde da municipalidade. O corpo da mulher foi enterrado no dia 1° de maio, no Cemitério Parque da Cantareira.

Servidor afastado

Um enfermeiro que laborava no hospital público há quase 30 anos foi afastado por ter, a princípio, agredido a idosa na madrugada do dia 16 de março, enquanto ela estava na UTI do hospital se recuperando de uma cirurgia.

As autoridades do hospital, entretanto, afirmaram que, durante todo o tempo em que o enfermeiro atuou no local, jamais houve qualquer reclamação contra ele.

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De qualquer forma, o hospital, que não divulgou o nome do funcionário, informou que ele havia sido afastado de suas funções e seria alvo de processo administrativo para averiguação de sua conduta.

Lesões corporais

Segundo a vítima, o enfermeiro a teria xingado e batido nela por diversas vezes, como se vê do vídeo abaixo, que foi gravado pelo filho dela:

A família da vítima estava revoltada, porque o hospital, ao que tudo indica, diminuiu a extensão dos danos efetivamente causados pelas agressões.

Entenda o caso

Thereza Cristina estava internada no hospital para a realização de uma cirurgia cardíaca. Como o caso era delicado, a idosa se recuperava na UTI.

Segundo o hospital, em determinado momento, em uma madrugada, houve uma discussão entre a paciente e o enfermeiro, culminando nas agressões.

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Segundo a paciente, o fato foi motivado por um pedido de um copo d'água por ela ao enfermeiro, que teria surtado depois disso e começado a bater nela sem parar, "até cansar".

Óbito

Segundo o hospital, Thereza não teria morrido por conta das agressões físicas, mas sim de complicações oriundas da cirurgia, que resultaram em insuficiências renal e cardíaca.

O estabelecimento de saúde informou que está à disposição dos familiares da paciente e que o processo contra o servidor acusado das agressões continuará correndo.

O caso também será investigado pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Conselho Regional de Enfermagem, que apurarão os fatos e as provas colhidas, a fim de verificar a conduta realizada pelo enfermeiro, podendo o caso ser encaminhado à Justiça nos próximos dias, onde o homem poderá responder pela prática se crime, se assim restar comprovado. #agressão