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A morte de Fernanda Marília da Silva, de 16 anos destruiu também o coração de mais uma família. A jovem foi morta a tiros em #bertioga, no litoral de São Paulo. Wellington dos Santos Ferreira se deslocou até a residência da ex-sogra, localizada na Rua Sebastião Barbosa, no bairro Indaiá, disposto em dela tirar seu bem mais precioso: a vida.

Como havia pré-determinado, assim o fez. E o pior, na frente dos filhos, que viram todo o horror da cena. Em seguida, ele se evadiu do local do crime.

Com a ajuda de sua mãe e de um advogado, o #Assassino de Fernanda compareceu à Delegacia. Mariluce dos Santos, mãe dele, disse para a imprensa: "Fui eu mesma que o convenci a se entregar.

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Quero que a justiça seja feita. Meu filho estava drogado. Foi uma coisa horrorosa matar a mãe dos próprios filhos".

Eles haviam já haviam se separado algumas vezes. O relacionamento era conturbado e o ciúme um dos motivos das brigas e agressões. Em uma delas, Fernanda chegou a registrar um boletim de ocorrência. Ainda sim, pouco tempo depois ela ainda gostava dele e decidiu dar mais uma chance ao amor. Estava cometendo o maior erro de sua vida.

A confissão

Wellington foi até a delegacia e confessou o crime que havia feito um dia antes. Mas o motivo que impressiona e revolta a todos os que ficam sabendo deste caso de Bertioga é um só: mesmo confessando o crime que premeditadamente cometeu (e que se pese, na frente dos próprios filhos), Wellington saiu pela porta da frente da delegacia como se nada houvesse acontecido.

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Ele acabou liberado por não ter sido preso em flagrante, conforme manda a ''Lei brasileira''.

A Polícia Civil pressupôs que o assassino confesso colaboraria com as investigações e que responderia a qualquer acionamento da Justiça. O rapaz de histórico nada honrável, passagem por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, sumiu.

Sérgio Nassur, delegado titular do distrito da cidade disse que foi até a residência do assassino mas que não o encontrou, muito menos qualquer pista de seu paradeiro. O crime já faz um mês.

A Polícia espera encontrá-lo e pede que as pessoas contribuam com quaisquer pistas que levem a identidade do suspeito por meio do Disque Denúncia 181 ou pelo telefone do Distrito Policial, o (13) 3317-1411.

A mãe da vítima

Maria de Fátima da Silva é a mãe da vítima que consternada desabafou: ''Eu não consigo expressar o que estou sentido agora. É grande a minha indignação. Ele está solto, sabe onde a gente mora. Estou com muito medo".

"Agora meus netos são meus filhos.

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Minha filha voltou para casa, pois não aguentava mais. Ele (o assassino) a ameaçava. Ele matou minha filha, foi à delegacia e confessou. Quanto vale a vida da minha filha?", questionou ainda sob lágrimas.

O contrário é verdadeiro

Muitas vezes o contrário é verdadeiro. Para se proteger, conforme noticiamos aqui, por não aguentar mais as agressões sofridas, uma mulher resolveu fazer justiça com as próprias mãos.

Crimes como o de Bertioga suscitam uma pergunta: a Lei Maria da Penha cumpriu seu papel?

Se afinal, a palavra de um assassino confesso não vale a pena ser considerada, a das vítimas serão?

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