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Ana Júlia, adolescente de 13 anos, moradora de Osasco, cidade da grande São Paulo, foi encontrada morta, estrangulada, com um fio amarrado ao redor do pescoço.

A vítima morava com o seu cunhado, a irmã e a sobrinha de apenas um ano. Ana Júlia estava em casa sozinha, quando foi surpreendida pelo criminoso.

A polícia desconfiou que não se tratava de um suicídio, devido a indícios da cena do crime.

Segundo relatos da irmã, por ser muito nova ainda e extremamente amável ela não tinha inimigos, pois se confidenciava em relação a tudo que lhe acontecia, na sua vida, desde paqueras, os seus gostos, enfim toda movimentação da sua vida de adolescente, não esperaria nunca um final tão trágico para com a vida da irmã.

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Elas eram irmãs muito próximas, se gostavam muito. Quando a irmã se casou, ela já mostrava intenções de morar com ela, e, em meio a indiretas, ela foi conquistando o casal e não demorou muito para que a própria mãe das duas irmãs, favorecesse Ana Júlia.

Vanderlei, vizinho de bairro, é acusado de ser o responsável pelo crime. As câmeras de segurança mostram a chegada de Vanderlei, o acusado, saindo posteriormente correndo do local, logo após ter finalizado o crime, uma vez identificado, o suposto assassino, foi localizado, preso e obtiveram a confissão do mesmo.

Vanderlei trabalhava com o cunhado de Ana Júlia, e um moto-boy, se conheceram a seis meses atrás, e com um caminhão frigorífico, faziam carretos.

Vanderlei, quando conheceu Renato, confessou a esse que fazia poucos dias que havia ganhado liberdade do sistema penitenciário, no qual cumpriu pena, enquadrado por praticar alguns crimes, mas queria mostrar que estava arrependido, e que poderia se enquadrar novamente na sociedade como um cidadão comum, e que não oferecia mais riscos ou perigo aos cidadãos, estava refeito finalmente.

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Renato, naquela hora, só pensou em ajudar, estender a mão, dar a Vanderlei, a oportunidade de se integrar à sociedade novamente, levando inclusive Vanderlei para almoçar na sua própria casa, na mesma semana do crime.

Segundo a averiguação da polícia, a porta da frente foi aberta por dentro, dando a entender que foi Ana Júlia, inocentemente, que permitiu a entrada do seu algoz, e que o interesse do criminoso era unicamente a adolescente, pois a família não deu pela falta de nenhum objeto de valor.

Foi a irmã,l quem descobriu Ana Júlia no seu quarto, já morta deitada de bruços, com um fio enrolado no pescoço. #crime em são paulo #ex presidiário mata adolescente em são paulo #ana julia