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A rotina da Unidade de Terapia Intensiva - UTI - neonatal do Hospital das Clínicas da Unesp na cidade de Botucatu, cidade localizada no interior do Estado de São Paulo, tem sido modificada pela médica residente Isadora Pimentel de Souza, de 27 anos.

A médica, apaixonada pela #Música e pelos instrumentos musicais desde a adolescência, tomou a iniciativa e de forma voluntária resolveu unir seu 'hobby' com o tratamento dos bebês [VIDEO]que estão internados, muitos deles nos seus primeiros dias de vida, vindos de um parto complicado, outros por muito tempo, pois necessitam ficar internados para conseguir sobreviver.

O ritmo é levado pelo 'Ukulele', um instrumento musical que popularmente é conhecido como violão havaiano, e a voz por conta de Isadora, que acaba por ofuscar o som emitido pelos equipamentos da UTI, bem como do choro dos bebês, deixando o ambiente mais alegre e agradável, ajuda a relaxar, deixa o dia mais leve, e torna o trabalho da equipe médica mais prazeroso [VIDEO] e humanizado.

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Confira:

Isadora iniciou com a 'terapia' há pouco mais de 2 meses, e aproveita para cantar e tocar na hora que o berçário está mais tranquilo.

Ela ressalta que o mais interessante é que os resultados para os bebês são visíveis, alguns relaxam, chegam a pegar no sono, e os pais que acompanham se sentem aliviados, acabam por ficar mais distraídos e tira o foco do desconforto do #Tratamento.

As mães dos bebês que ficam internados por muito tempo, adoram o momento e acreditam que a música vem como um alento para enfrentar o período que para muitas é de grande dificuldade e sofrimento.

Quando o momento da música é iniciado na UTI neonatal, todos da equipe médica interagem e cantam junto, bem como todos aqueles que estão presentes.

As pessoas que estão acompanhando o trabalho da residente Isadora e que não lidam com a dor desses pequeninos, acreditam que a inciativa é de grande valia, e que a música nada mais é do que uma forma de amenizar o período de tratamento.

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Para Isadora, o momento em que canta para os bebês a deixa renovada, pois a atividade é feita com amor e carinho para, e partir daí consegue desempenhar sua atividade médica com mais disposição.

Embora a iniciativa tenha partido de Isadora, todos estão engajados no projeto e sempre que podem outros profissionais vem participar do momento, e o objetivo é mostrar que qualquer tipo de arte aplicada nos tratamentos, pode ajudar a melhorar o astral das pessoas que estão internadas, criando um vínculo especial entre médicos e pacientes.

Para quem está internado em tratamento qualquer tipo de distração vale a pena, afirma a médica. #Maternidade