Elizabeth Lowe, 14 anos, britânica, evangélica, tinha contado aos amigos íntimos que poderia ser lésbica e estava lutando para conciliar os sentimentos com a própria fé. E estava preocupada em como contar aos pais sobre sua sexualidade. O pai disse que o receio da filha era infundado e que a notícia teria sido recebida com "amor e aceitação." Infelizmente, Lizzie enforcou-se em um parque da cidade. Na autópsia não havia drogas nem álcool em seu corpo e também não tinha diagnóstico de doença mental. (Desejo suicida não é distúrbio mental?)Um dos colegas contou à polícia que ela estava "encontrando dificuldade para se conectar com Deus, pois sentia que estava mentindo para Ele".

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos, com cerca de 32 mil jovens de 13 a 17 anos, sobre a relação entre opção sexual e suicídio, concluiu que jovens homossexuais têm cinco vezes mais probabilidade de cometerem suicídio do que heterossexuais. A pesquisa também concluiu que o convívio social influencia muito - ambientes mais abertos à homossexualidade apresentam menor número de casos de suicídio.

Em 22 de abril, na votação do PNE (Plano Nacional de Educação), em que a assessora Damaris e os parlamentares cristãos pediam que fosse retirado do texto final a obrigatoriedade do ensino da ideologia de gêneros nas escolas, ativistas gays proclamaram muito claramente: "TODOS OS EVANGÉLICOS DEVEM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA."

Se Damaris, que foi vítima do ataque de ódio, tivesse declarado que queria os gays queimados vivos perderia o emprego e ministros a estariam condenando por crime de ódio. Maria do Rosário e Jean Wyllys estariam exigindo que ela fosse presa e alvo de investigação federal; TV e jornais declarariam que ela representa todos os evangélicos,com sua oposição evangélica odiosa aos homossexuais.

No Brasil os militantes gays podem falar o que quiserem, mas ninguém pode demonstrar a mínima indignação, sob pena de ser acusado de "homofóbico" e "preconceituoso."

Fácil atacar quem não revida. Quero ver fazer protestos na frente de uma mesquita, gritando: "Vocês merecem ser queimados vivos numa fogueira por condenarem homossexuais à morte, seus islamitas preconceituosos! "; ou se juntar no centro de São Paulo ou qualquer outro lugar do Brasil, e começar a gritar: "Vocês merecem ser queimados vivos numa fogueira por espancarem e matarem homossexuais, seus Skinheads homofóbicos."

A igreja deve sim rever alguns conceitos e se policiar nas abordagens e exposição de sua #Opinião e fé, para evitar que casos como o de Elizabeth Lowe se repitam, tendo em vista que ninguém pediu para ser gay. Mas tenho que admitir que os homossexuais perderam o freio. Não respeitam espaços públicos, crianças e idosos são obrigados a ver determinadas trocas de afeto que ainda não estão acostumados, cristãos são afrontados dentro das próprias igrejas. Vamos devagar! #Religião

Basta de tanto ódio!


Queremos respeito aos evangélicos e aos gays. Respeito também é cidadania e direitos humanos.