Gastos supérfluos do Governo com homenagens consomem R$ 52.000.000,00. Valor 28% menor do que o do ano passado foi gasto pelo Governo com festas e atos de reverência da administração. Apesar de o montante anual ser o menor destinado a este tipo de despesa desde que #Dilma Rousseff assumiu a presidência da República, o atual governo bateu o Recorde nesse quesito.

No primeiro ano do governo da atual presidente, R$ 54,2 milhões foram destinados às festas e atos de reverência da administração federal. O Ministério da Defesa é o maior responsável pelos gastos deste ano, desembolsando R$ 15,7 milhões para festividades e homenagens. O Ministério da agricultura, por sua vez, desembolsou R$ 14 milhões a esse tipo de atividade.

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Já o Ministério da Educação ocupa a terceira colocação do ranking com R$13,5 milhões pagos em 2014 (Fonte: Jornal A Crítica - Manaus, AM).

Quanto será que foi gasto pelo governo de Dilma para tentar melhorar a saúde, a educação e a segurança públicas?

Quanto será que foi gasto para o cumprimento das responsabilidades sociais?

Quanto o Governo investiu na construção de novos hospitais, novas maternidades, novas escolas e faculdades, e na prevenção de crimes de todas as qualidades para nos garantir o direito constitucional de ir e vir?

- Absolutamente, nenhum centavo!

Os orçamentos anuais da União não preveem nenhum tipo de verba para a melhoria social de nossa população como as que foram citadas anteriormente. Para as nossas autoridades (pessoas que por força da obrigatoriedade dos votos elegemos de quatro em quatro anos para nos representar), as necessidades do povo devem ser esquecidas completamente para darem vez aos gastos supérfluos e à total metida de mãos no erário público por pessoas corruptas e sem escrúpulos responsáveis pelo nosso bem-estar.

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A preocupação principal de Dilma parece ser a de fazer festinhas e a presentear funcionários públicos e políticos ociosos que, a seu modo torto de entender, merecem muito mais considerações do que a sobrecarregada população brasileira que é obrigada a trabalhar nada menos que quatro meses por ano para pagar impostos e encher os cofres do Tesouro Nacional. Enquanto isso, o índice do analfabetismo e de desnutrição, bem como os da violência e o das pessoas que falecem nas portas dos hospitais públicos por falta de atendimento ou de médicos, aumentam absurdamente da noite para o dia, sem que nenhuma providência seja tomada para coibir o seu avanço desenfreado de sorrateiro.

Imaginemos, agora, o que poderia ser feito em prol da população com esta mesma quantia de R$ 54.000.000,00 (cinquenta e quatro milhões de reais): mais habitações, mais escolas públicas, mais hospitais e maternidades e um melhor equipamento de combate à violência para as nossas polícias civil e militar, o que resultaria em uma melhora considerável da segurança pública.

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Não gostaria de dar a entender com estas palavras, de que sou radicalmente contra a motivação pessoal e profissional em quaisquer que sejam as organizações que fazem parte ativamente da nossa economia e/ou dos serviços prestados pelos servidores públicos federais. Há que se raciocinar, no entanto, antes do derrame do erário público com supérfluos, nas reais necessidades das pessoas trabalhadoras da população brasileira, que almejam saber, com toda razão, o destino de tanto imposto que paga anualmente ao Governo Federal. #Opinião