Sobre olhares de críticos de cinema e fãs do livro da americana E. L. James, o filme "Cinquenta Tons de Cinza" divide opiniões.

O filme sobre a relação romântica e erótica, com ares sadomasoquistas, que envolve o jovem milionário Christian Grey, interpretado pelo ator britânico Jamie Dorna, e a universitária Anastasia Steele, interpretada por Dakota Johnson, e que inclui alguns minutos de cenas bem íntimas e que dominou as bilheterias americanas nesse último final de semana, traz consigo além de todo o sucesso, críticas, elogios e até mesmo sugestões de como poderia ter sido ou deixado de ser.

Antes mesmo do filme ser produzido, milhões de leitores por todo mundo já haviam devorado o livro, de donas de casa britânicas a prisioneiros em Guantánamo.

E o que era de se esperar aconteceu, recorde em bilheteria, mostrando sucesso em todo o mundo Cinquenta Tons de Cinza traz o desgosto e encanto de todos os tipos de público.

Com Jamie Dornan e Dakota Johnson, o filme liderou e bateu de longe o longa Kingsman: Serviço Secreto, que arrecadou 35,6 milhões de dólares da sexta-feira ao domingo, segundo estimativas dos estúdios de cinema.

Abordando sobre tal livro e filme, somente quem leu o livro de fato entende a história que estende-se muito além de sexo ou castigo, tanto o livro quanto o filme tem toda uma história de amor envolvida e não há nem vestígio sequer de agressão doméstica (como alguns dizem), é abordado o sadomasoquismo porém é um consenso entre ambas as partes (premissa da prática de BDSM) e quem leu e assistiu até o final, consegue perceber que Anastasia Steele (Dakota Johnson), recusa-se a ser castigada abalando assim as estruturas de Christian Grey (Jamie Dorna).

E já adiantando um pouco a história (spoiler), a mulher pode sim mudar o homem e foi o que Anastasia Steele fez com Christian Grey, e é o que todos irão assistir na continuação dessa história intensa de amor.

Recomento que leiam a continuação em Cinquenta Tons mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade.

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