A rede estadual de ensino está paralisada. Sem aulas, os alunos aguardam data para início das aulas que tem previsão informada para meados de abril.

Essa é a terceira semana de greve e de protestos pelos professores no estado do Paraná, nenhuma medida ainda foi tomada pelo governo ou pelos dirigentes. O protesto ocorre por corte nas verbas dos funcionários do estado, o chamado 'pacotaço'. Esses cortes estariam afetando direitos adquiridos ao longo de muitos anos de luta não só pelos professores, mas por todos os servidores públicos estaduais.

Na última semana, a assembleia foi invadida pelos manifestantes em revolta por mais um adiamento da votação do projeto, a invasão não foi contida pelos policiais que acompanham o protesto.

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Por que nada fizeram?

A resposta é simples. Assim como os professores, os policiais militares presentes no manifesto também não recebem seus proventos há algum tempo, bem como terão verbas cortadas caso seja aprovado o projeto 'pacotaço' (o pacotaço foi aprovado e, posteriormente foi retirado pela casa civil para 'reexame'). Além do mais, sob forte sol e calor que anda rondando Curitiba, manifestantes se compadeceram dos policiais e lhes deram água, comida e chocolates.

Servidores de outras áreas do estado aderiram ao manifesto e ontem (25), várias repartições públicas não estavam atendendo ao público. Muitos se juntaram à marcha pela #Educação, que ocorreu no centro de Curitiba, que reuniu centenas de manifestantes, paralisando o centro cívico da capital paranaense.

Protesto dos caminhoneiros.

Quilômetros das rodovias paranaenses estão paralisados pelo manifesto dos caminhoneiros contra o aumento do PIS, COFINS, do preço da gasolina e dos pedágios, bem como segurança nas rodovias.

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Com as medidas do governo em aumentar impostos, os motoristas, transportadores de bens de consumo, estão com cada vez menos saídas financeiras e pouco retorno.

A classe dos caminhoneiros protesta contra o aumento da receita do estado, que encarece o frete, tanto por que o valor que recebem mal cobre os custos com o transporte, sendo ainda informado por eles que mais de 75% do valor do frete é destinado unicamente para as despesas, considerando ainda que o preço pago pelo frete caiu muito nos últimos tempos.

Outro motivo que leva os caminhoneiros a manifestar é o fato de que os pedágios tiveram um aumento significativo, além da insegurança nas estradas com os vários assaltos e rodovias em situação precária.

Com a paralisação dos caminhoneiros, as estantes e cestas de supermercados e postos de gasolina começam a ficar vazios, em algumas cidades do interior as aulas foram suspensas pela falta de combustível no transporte escolar e merenda para os alunos.

Ainda com a incerteza do fim da paralisação, pessoas começam a estocar em casa produtos de alimentação e higiene e compram todo o combustível que conseguem.

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Sobre a compra de combustível e a falta, em decorrência da paralisação, donos de postos de combustíveis aumentaram o preço e alguns foram presos por cobrar preços abusivos.

Nesta onda de protestos, pessoas estão ficando sem alimentos básicos, combustíveis e alunos sem aulas, entretanto, é compreensível todo o ato de protesto que ocorre nos últimos dias. O povo finalmente acorda para os seus direitos e percebe que na democracia quem manda é o povo! #Opinião