Assunto em crescente discussão nas escolas de todo o país, o bullying pode causar inúmeros prejuízos na vida adulta tanto para as crianças agredidas, quanto para aquelas que praticam os atos. Verbal, físico, emocional, psicológico, sexual e virtual são apenas alguns dos diversos tipos de bullying praticados. O maior número de casos registrados está na faixa entre 8 e 12 anos, fase de transição para a adolescência, quando, muitas vezes, perdem o respeito pelo próximo e passam a falar o que pensam sem dó nem piedade.

A orientação e atenção dos pais é fundamental

Para evitar que seu filho sofra ou pratique bullying, o ideal é trabalhar desde cedo valores como tolerância, paciência, respeito e amor.

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Ingredientes que dão certo nas relações em qualquer idade da vida, em qualquer situação a que somos submetidos.

Os pais dificilmente sabem do que acontece na escola, já que os filhos ficam com medo de serem excluídos e sofrerem represálias dos colegas. Mas é possível reconhecer algumas mudanças no comportamento da criança.

O que fazer quando seu filho é agredido

Escute seu filho. Converse com ele sobre o dia a dia na escola, suas reclamações, dúvidas, conquistas, alegrias e dificuldades. O diálogo é a chave para a aproximação. Seu filho precisa saber que tem o apoio dos pais em situações de agressão. Estabeleça um vínculo de empatia com seu filho. E, principalmente, não culpe seu filho por ser perseguido. Não suponha que ele provocou os maus-tratos. Veja a situação como uma oportunidade para refletir sobre a própria cultura familiar.

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As crianças ou adolescentes que sofrem bullying geralmente ficam mais tristes, deprimidos e isolados. Problemas com a autoestima são comuns e em alguns casos podem se tornar pessoas agressivas.

O que fazer quando seu filho é quem assedia

Perceber quando seu filho é o agressor é ainda mais difícil, já que ele não conta e não sofre com as atitudes. É preciso ficar atento a reações da personalidade. O ideal é que jovens nessa faixa etária tenham um bom convívio social, façam amigos e tenham carinho por eles. Caso você note algo diferente disso, converse com seu filho. Deixe claro a gravidade dos atos de perseguição ou intimidação e quais as possíveis consequências que poderão ser enfrentadas. Conheça os amigos de seus filhos, os grupos geralmente são fatores de grande influência nos adolescentes.

Crianças que praticam atos contra seus colegas, normalmente são mais agressivas e não pensam no bem-estar do outro. É comum que sejam identificados problemas de relacionamento na #Família. Se você perceber que a família precisa de apoio profissional para lidar com uma situação como essa, não tenha medo de buscar ajuda. #Educação