A #Crise econômica do Brasil já é fato real, não pode mais ser tratada como possibilidade. Experiências simples do dia a dia mostram isso. Uma simples ida ao mercado mostra que a situação está se tornando cada vez mais preocupante, já que o mesmo dinheiro que pagava quase toda a compra, agora só dá para três sacolinhas de poucos produtos.

A inflação já está causando impactos nos bolsos da população e nos negócios das empresas. Já era previsto que após as eleições subiriam as taxas de serviços básicos como: luz, água e combustível, isso por conta da contenção dos reajustes que ocorrem nessas épocas. Analistas financeiros já haviam dado como certo o "tarifaço" comentado por alguns candidatos.

Dólar disparado

A crise econômica contribuiu inevitavelmente para o aumento da cotação do dólar e as consequências vão, desde dificuldades das indústrias em importar insumos, até o prejuízo em pagar dívidas, se as mesmas forem na moeda americana.

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O aumento do pãozinho de cada dia também se deve a alta do dólar, já que grande parte da farinha utilizada no Brasil é importada dos EUA. Em 2015, o dólar ultrapassou a barreira dos R$ 3.

Juros

As taxas de juros aumentaram consideravelmente e para o povo brasileiro ficou mais difícil o financiamento de imóveis e de carros. Economistas dão dicas para que a população tente driblar os juros e sobreviver a crise econômica, como por exemplo, evitar fazer dívidas, usar como estratégia a substituição de produtos que não são tão necessários por similares e, quando ir à praia, levar lanches e o famoso cooler, pois os preços nas barracas estão altíssimos.

Inflação

Especialistas apontam como os pontos mais preocupantes o reajuste da conta de energia e o preço do litro da gasolina. A tendência é que o país atravesse o ano no vermelho, o baixo nível de água nas hidrelétricas é um indicativo.

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Os preços dos alimentos já se encontram altos, infelizmente, a tendência é aumentar mais uns por centos. Com a seca, as frutas, legumes e hortaliças se tornam bem mais caros e também diminuiu a produção de leite.

O jeito será fugas estratégicas, nada de se pendurar ao cheque especial já que a escalada de juros pode aumentar até o fim do ano. Resista à tentação das propagandas de facilidade em empréstimos pessoais, até mesmo os que aparecem na tela do caixa eletrônico, pois os juros são ainda maiores do que os oferecidos dentro das agências.

Em momento de crise é imprescindível agir de forma sensata. Desespero não leva a nada e agir com cautela pode amenizar os danos causados.