A repercussão das manifestações realizadas em 13 e 15 de março ainda não esfriou e novos atos já estão agendados. O presidente do PT convoca a militância para ato em defesa da democracia para dia 31.03, enquanto que o grupo conhecido como "Vem Pra Rua" agendou novos protestos para o dia 12.04.

Ato em defesa da Petrobras e da reforma política foi realizado em 13 de março, com o apoio da CUT e entidades ligadas aos movimentos sociais, levando milhares de pessoas as ruas em todo o Brasil. Em 15 de março foi a vez de vários grupos, entre eles o "Vem Pra Rua", em protestar contra a corrupção e o Governo Federal, principalmente contra a Presidente da República #Dilma Rousseff.

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O Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e da Secretaria-Geral da Presidência Miguel Rosseto se pronunciaram ainda na noite do domingo (15/03). Para Cardozo os protestos foram realizados dentro da ordem democrática de direito e, para ele, o principal tema dos atos foi o combate a corrupção e a impunidade, assim o governo prometeu apresentar medidas, o que de fato ocorreu em 19 de março. Rosseto, por sua vez, afirmou que será apresentado um conjunto de medidas para alavancar a economia do país.

Diante da repercussão gerada, da ausência de medidas concretas e do ajuste fiscal - responsável por reduzir o direito dos trabalhadores -, foram programadas novas manifestações. O presidente do PT, Rui Falcão, em vídeo divulgado na internet, convida os militantes a se mobilizarem em todas as cidades, com pequenos atos, panfletagem.

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"PT na rua em defesa da democracia, da Petrobras, dos direitos dos trabalhadores e contra a corrupção e reforma política", afirmou. Já os grupos contra o governo, corrupção e a favor da reforma política agitam as redes sociais para #Manifestação a ser realizada em 12. de abril, com o slogan: "vai ser ainda maior".

O governo precisar agir rápido se quer dar uma resposta efetiva às ruas, isso porque as ações realizadas, até o momento, não foram suficientes para tranquilizar a população, que se encontra refém de uma economia estagnada, alta da inflação e do desemprego.