Segundo pesquisadores da World Health Organization, preocupados com a saúde dos trabalhadores executivos que costumam estender seu #Trabalho a sessenta horas semanais, sem que isto se reflita em ganhos adicionais, a conservação da sanidade mental deve ganhar preocupações adicionais. A partir daí, alguns passam a considerar como algo além de uma possibilidade remota, a oferta de semanas de trabalho de quatro dias. A parte de tornar os colaboradores mais felizes e produtivos, está previamente garantida. Mas existe o outro lado, o reverso da medalha, que deve ser analisado com relação aos seus pensamentos.

O primeiro alerta é que esta proposta não é dirigida somente aos Boomers, mas para a maior fatia da massa trabalhadora americana, que chega e passa da melhor idade ainda produtivos.

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Este benefício seria geral, atingindo jovens em sua fase mais produtiva. Muitos, poderiam utilizar este dia livre para cuidar da saúde; para cuidar dos estudos; para reatar ligações familiares em crise nos dias atuais onde a ausência é uma presença constante.

Para aqueles que acham que é uma perda financeira, acena-se a possibilidade de uma hipereficiência resultante como resultado da racionalização de trabalho e obtenção de maior produtividade. Assim, as horas de descanso adicionais seriam uma premiação e para as organizações, um dia livre, sem ocupação de seus recursos, que poderia trazer resultados interessantes. A visão dos pais levando seus filhos para a escola, pelo menos uma vez por semana, parece se tornar atraente para aqueles que querem recuperar a harmonia familiar.

Ao observar a produtividade de seus colaboradores, algumas empresas relataram observar uma perda de 30% de horas de serviço gasto na leitura de e-mails e acesso às redes sociais, onde sempre se desvia, para algum assunto particular. 

O esforço para melhorar e modernizar a comunicação, para tornar os colaboradores elementos móveis e acessíveis a qualquer hora, em qualquer lugar, com qualquer tempo, pode dar um maior ganho de tempo.

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A criação de melhores ambientes de trabalho, propugnados por todas as empresas de seleção de talentos, a colaboração e a transformação da empresa em uma organização aprendente são fatores extras importantes como vantagens a serem auferidas.

Há uma série de fatores que se somam e parecem indicar que em algum tempo, em um futuro que não se sabe em que data se localiza, a semana de quatro dias e os turnos móveis possam vir a aumentar as possibilidades que, em um mundo sem empregos, ainda se visualize a possibilidade de muitos trabalhos que podem ser mais bem desenvolvidos em menor tempo. Alguns defendem, outros criticam. Quem está com a razão? Somente o tempo poderá dizer.