Começando nessa sexta-feira(13), organizada pela Central Única dos Trabalhadores(CUT) e pela Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), uma multidão de manifestantes lotou a rodoviária de Brasília, todos em defesa da Petrobras e a Reforma Política.

Manifestantes com faixas e cartazes gritavam palavras de ordem e se diziam contrários ao impeachment da Presidente Dilma Rousseff e segundo os mesmos pedir a intervenção militar é um retrocesso para a Democracia, já que muitos sofreram torturas e houve muitas mortes e desaparecimentos, para que conseguissem um país livre e democrático.

Cerca de 1,5 mil manifestantes participaram desse ato, segundo os organizadores, enquanto a Polícia Militar contabilizou apenas 800 pessoas.

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A manifestação teve como tema, segundo Paulo Vinícios, integrante da Central dos Trabalhadores do Brasil, a defesa da Democracia, da Petrobras, e de todos os trabalhadores do Brasil.

Já nesse domingo(15), as manifestações foram em várias cidades do Brasil. Os manifestantes pediam o fim da impunidade, o impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, punição aos envolvidos na corrupção da Petrobras, o fim do #Governo PT e alguns ainda pediam a intervenção militar. Foram exigidas também, pelos manifestantes,reformas urgentes na política brasileira.

Cidades como Ribeirão Preto chegou a reunir cerca de 40 mil pessoas; São Paulo 1 milhão de manifestantes; Belo Horizonte 24 mil manifestantes; Rio de Janeiro 50 mil manifestantes em Copacabana; em Brasília foram contabilizados 40 mil manifestantes.

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Em todas as manifestações não houve registro de violência nem caso de vandalismos, a não ser em casos isolados, como a prisão de 20 carecas do subúrbio, que estavam armados com socos inglês e bombas, mas não chegaram a machucar ninguém, pois a Polícia Militar conseguiu intervir a tempo.

Segundo a Polícia Militar e os organizadores de todas as manifestações, tudo ocorreu pacificamente. No caso das manifestações de sexta-feira(13) e domingo(15), todas tinham em comum a intenção de pedir mais rigor nas investigações da Petrobras e a punição dos envolvidos, a reforma política e o fim da impunidade. Só não entraram em acordo sobre o impeachment da Presidenta Dilma e a intervenção Militar.

Agora é esperar para ver o resultado e em que essas manifestações vão mudar em relação às novas decisões em Brasília.