Este deve ser o desejo de muitas das pessoas prejudicadas com as falcatruas cometidas pelos componentes do "Partido dos Tolos". Se algum dia ele foi outra coisa deve ter sido há muito tempo, pelo menos doze anos atrás. Depois, ele se perdeu nos meandros do poder, com seus participantes procurando provar a frase que afirma: "O poder corrompe e o poder absoluto corrompe de forma absoluta". Foi assim a hierarquia das falcatruas que invadiram o Brasil como um mar de lama.

Quem diz isto não é a oposição reunida para achincalhar o que por si só já está esculhambado. São participantes do próprio partido, que tal qual o mau capitão da nau que soçobra frente à tormenta, querem fugir pela tangente.

Publicidade
Publicidade

Cospem na mão que comeram, com a mesma calma com que cataram as migalhas que sobravam das propinas. Pode ser que nem tudo esteja perdido e alguns nomes, dos poucos que ainda se salvam, consigam limpar o nome do país. Mas parece que o caminho será longo.

Na atualidade, somente para parafrasear seu líder maior, é possível dizer: nunca houve antes, na história deste país, um partido político tão sujo. Seus próprios correligionários e participantes do conluio concluíram que a multa das doações de campanha pode atingir 200 milhões de dólares, Barusco foi quem disse. Aí nem mesmo com a intervenção de todos os santos a coisa teria solução.

Depois da porta arrombada, o partido tenta colocar a tranca, afirmando que não mais receberá doações empresariais (pelo menos não da forma aberta como foi feita atualmente).

Publicidade

Assim, quem sabe você logo deva retirar da janela a bandeirola vermelha (para alguns é a cor do capeta) e deixar de ser um daqueles que confiaram no homem que veio das metalúrgicas. Talvez nem precise fazer mais marchas pelo impedimento da presidente, pode ser que as coisas ocorram naturalmente.

Como diz a música do mestre Ataulfo: "laranja madura, na beira da estrada, está bichada Zé, ou tem marimbondo (leia-se o povo cansado) no pé". Desta vez, o bicho é grande e muitas laranjas irão jazer no caminho. #Governo #Opinião #Corrupção