É inegável que a conectividade chegou para ficar, com previsões de um aumento significativo em sua utilização extensiva e intensiva. É cada vez maior o número de pessoas que colocam parte de suas vidas nos meios de comunicação social e desenvolvem atividades de navegação pelos labirintos da rede. O objetivo deste alerta é garantir que as pessoas não sejam observadas e escolhidas para atividades politicamente incorretas, não importa quais.

A forma interativa e multimídia como as crianças aprendem levam para a rede pessoas sem nenhuma ou com pouca experiência de vida, como ela se desenrola no panorama social

Assim como elas podem encontrar pessoas boas em seu caminho, também podem encontrar ciberterroristas ou pessoas que se preocupam em praticar o bullying digital com seus conhecidos ou com estranhos que andam despreocupados pela rede.

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Impedir o acesso, estabelecer censura e outras medidas coercitivas não produzem o resultado esperado. Assim, a recomendação tanto para as escolas, quanto para os alunos é "abraçar" a conectividade com finalidades educativas.

Os educadores podem abrir canais, os mais diversos, para oferta de vídeo, clips, conteúdo educacional, ou simplesmente buscar em recursos educacionais abertos (REA), conteúdo para o desenvolvimento de suas tarefas. Mas antes que tudo isto se mostre como um paraíso para os conectados é preciso alertar para o "lado negro" da grande rede, para o reverso da medalha.

Existem de forma inevitável e em número indesejável todo um conjunto de localidades na rede impróprios e que podem ser hospedeiros de softwares mal intencionados, que acabam sendo enviados para os equipamentos dos incautos.

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Assim a segurança dos navegadores é algo a ser exigido cada vez com maior rigor.

A indústria de antivírus precisa demonstrar ser mentira o que corre na rede, que é ela própria quem coloca vírus nas redes, para que vendam os seus softwares, únicos especialistas na remoção de certas ameaças. #Opinião

Novamente é preciso insistir, agora junto às escolas que simplesmente negar acesso on-line ou bloquear localidades da rede não são uma solução viável. As soluções de segurança vitais incluem a compra e instalação de firewalls, programas antivírus, verificação de conexão e soluções de segurança de meios de comunicação social. A educação com a criação de uma cultura de autoproteção é necessária é o complemento necessário. Somente assim podemos garantir que as pessoas conectadas às grandes redes estejam protegidas.