Nos últimos anos, conforme informações passadas pelo MTST, o movimento tem sido criminalizado pelo governo e por setores da mídia. O movimento também já sofreu repressão nas ruas pela Policia Militar, que tentou impedir a trajetória de integrantes do grupo em manifestações. Certos veículos de comunicação divulgam que as ocupações são perigosas, possui criminalidades e tráficos de entorpecentes, porém, o movimento deixa claro que essas notícias são falsas, pois, recebem visitas de vários estudantes, que buscam fazer trabalhos acadêmicos sobre o movimento.

As Bandeiras

A principal bandeira do movimento é contra a especulação imobiliária, já que no entendimento do grupo a propriedade da terra é a melhor forma de se especular e ganhar dinheiro.

Publicidade
Publicidade

O MTST vem conseguindo grandes negociações, como por exemplo, sobre a ocupação da "Nova Palestina", no Jardim Ângela, que era uma área particular, onde conseguiram a assinatura de uma proposta de compra e venda para que a área seja destinada a moradia popular.

Despejos

O movimento sofreu, em alguns casos, despejos com a utilização de violência, como no caso do despejo no "Pinheirinho", em São José dos Campos, há cerca de três anos. No último período, o "Portal do Povo", que era uma ocupação na Luiz Migliano, localizada no Portal do Morumbi, foi despejada com força muito violenta por parte da polícia militar e sem aviso prévio, onde se possuía um acordo que sairiam pacificamente em cinco dias, mas no segundo dia de ocupação, o grupo já foi despejado.

Segundo o MTST, os grandes proprietários de terra, que estão em todos os órgãos públicos, acabam, de alguma forma, pagando a polícia para agir de forma violenta contra os integrantes.

Publicidade

A ocupação da "Nova Palestina", por exemplo, já recebeu diversas visitas da Policia Militar, que agiram com extrema violência, insultando e apontando armas na cara dos moradores. No entanto, os membros do movimento garantem que essa atitude truculenta não irá coibir as reivindicações e manifestações do grupo, que são sempre pacificas.