Jovem é brutalmente atacada e violentada em seu local de trabalho na movimentada Estação de Metrô de São Paulo.

Enquanto se arrumava para encerrar seu expediente por volta das 23h30 a funcionária foi abordada por dois bandidos numa tentativa de assalto. O caso ocorreu na quinta-feira (2).

Em entrevista ao G1 o diretor de contratos da 'Prodata', José Carlos Martinelli disse que tudo aconteceu na hora que a moça se preparava para sair da cabine, que fica na Rua do Arouche, quando um dos assaltantes adentrou o local estuprando-a. Eles aproveitaram para destruir as câmeras de segurança que havia no ambiente.

A funcionária, que não teve o nome nem a imagem divulgados era operadora de recarga de ' Bilhete Único' da Estação República do Metrô, no centro de São Paulo.

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Ela era contratada da Prodata Mobility, que presta serviço ao Metrô há cerca de 4 anos e confirmou todas as informações.

Foi feito um registro da ocorrência no mesmo dia do crime. A empresa garante que a moça está recebendo todo apoio necessário, médico e psicológico e que presta todas as informações solicitadas pela polícia. Martinelli diz ainda que o local onde deverão ser instaladas as cabines fica a cargo da direção do Metrô e que eles apenas cumprem as determinações.

Muito abalada,  a vítima foi ouvida e deu sua versão à policia na quinta (2), seu colega de empresa que prestou os primeiros socorros também foi ouvido no mesmo dia.

Em nota, o Metrô esclarece que prestou atendimento à jovem encaminhando-a à Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom), na noite do crime. Eles afirmam também que estão colaborando com a polícia entregando as imagens dos circuitos de vigilância.

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'Nós temos mais de 1.100 agentes de segurança, que trabalham uniformizados ou à paisana, e 3 mil câmeras espalhadas nos trens e estações'.

Na tarde desta segunda o Sindicato dos Metroviários de São Paulo publicou nota de repúdio ao ocorrido, cobrando explicações das empresas envolvidas. Eles solicitam ainda que a cabine tenha suas atividades encerradas alegando que é perigoso trabalhar naquela área à noite, ficando os funcionários a mercê de atos absurdos como esse, conclui a nota. #Violência