Hoje a polêmica com a escolha da afetividade sexual é algo que se vê de forma bastante complexa. Há de se ter cuidado porque, ainda que a cultura e a sociedade levem a padronizar a forma de pensamento, buscando um bem comum, também entra em ação a identidade do indivíduo como Ser, que pode diferir do seu genótipo e estereótipo, se afastando do ideal do estereótipo cultural ideal.

Logo, uma pessoa pode se sentir do sexo oposto como em um corpo "errado". Sim, existem os transgêneros, assim como os homoafetivos, que, apesar de assumirem ser do mesmo sexo que os seus parceiros, não negam sua sexualidade, agindo como ativo ou passivo, como também existem os héteroafetivos, os biafetivos, assexuais e pansexuais.

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O choque chega ao ponto de se perguntarem como educar seus filhos diante de tamanha diversidade. Há de se desfazer o preconceito, sim, porém, adaptando a cultura. O direito a ser, de um jeito ou de outro, é do indivíduo. Observa-se que o ensino da cultura pode fazer parte da tradição familiar, assim como meio social.

Com isso, terá pais projetando ideais para seus filhos e filhas de forma que sejam o que eles querem como ideal, dentro de sua cultura. Esta projeção é normal, ainda que nem sempre benéfica. É claro que os pais de culturas tradicionais comuns, onde a homoafetividade não é aceita normalmente, dificilmente ficará a vontade com filhos homoafetivos ou biafetivos. Mais ainda com relação aos transgêneros, que sofrem muito pela condição em que se encontram, de viver a vida como se estivessem em um corpo que não lhes condiz.

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Estes grupos, classificados como minoritários, sofrem com o estigma do estereótipo dos filhos ideais. Logo, isto vai afetar a vida do indivíduo, assim como a formação deste. Claro que o conflito é inevitável, pela própria cultura que a pessoa aprende em paralelo com a sua afetividade, assim como também, pelo conflito social de domínio que fora firmado há milhares de anos, infelizmente.

Saber aos pais e filhos. Consciência à ambos com liberdade. #Educação #Família #Opinião