É preciso analisar os comportamentos preconceituosos tomados por um conselheiro escolar nos Estados Unidos. O fato aconteceu durante os preparativos dos estudantes para seu baile. O local foi a Louisiana. Uma aluna lésbica foi proibida de vestir um smoking. Grandes injustiças começam com pequenas concessões. A notícia foi publicada e causou revolta na comunidade.

Foi tomada uma decisão arbitrária quando ele avisou uma estudante, declaradamente lésbica, que ela não teria permissão para usar um smoking para seu baile. Segundo suas próprias palavras: "as meninas usam vestidos e os meninos usam smoking, e essa é a maneira que é".

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A estudante tomou uma contra medida. Assim que foi informada que não poderia usar o smoking, resolveu partir para a ofensiva e boicotar a festa, juntamente com outros alunos. Geraldine Jackson, sua mãe, declarou que conversou com os diretores e que no regulamento da #Escola não havia nenhuma cláusula que proibisse que meninas utilização um smoking.

Autoridades foram alertadas para a arbitrariedade. Os diretores alegaram que a decisão tinha sido baseada no código de vestimenta e que nada tinha a ver com a preferência sexual da garota. Estas autoridades convocaram reunião com o superintendente da escola, Brent Vidrine. Ele discordou da posição tomada e reforçou o que mãe da garota havia colocado.

A estudante é destaque nos estudos e para o próximo ano ganhou uma bolsa da Jackson State University.

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Em sua entrevista, a garota declarou que não concorda com a posição da escola porque as pessoas devem aceitar as outras como elas são e não discriminar qualquer tipo de diferença,como em seu caso. Outras garotas da turma concordaram que o fato poderia fazer com que tanto a aluno, quanto qualquer outra pessoa que sofresse preconceito semelhante, sentir-se rebaixada por suas escolhas sexuais.

Por mais que órgãos internacionais se reúnam e proponham a eliminação de todos os preconceitos que são tomados com relação às minorias, sempre é possível encontrar alguém fora do compasso e que causa comoção em pequenas comunidades com atitudes arbitrárias. O caso se inscreve em mais uma das pequenas histórias que compõem um mosaico de desrespeito aos direitos humanos.