Somos todos os dias bombardeados de informações, sobre diversos assuntos, nos mais diversos canais. Há alguns meses (junho/2014), depois da notícia de dois soldados americanos executados, ouvimos muito falar em #Estado Islâmico, vídeos na internet que mais parecem super produções do cinema americano, porém reais. Depois de chocados, ficamos curiosos sobre o que acontece. Execuções, perseguições, fuzilamentos em série - cenas que ficam em nossa mente, mas muitos de nós não sabemos ao certo o que é esse grupo auto denominado Estado Islâmico.



Esse grupo surgiu como mais uma força armada contrária ao regime do governador Sírio Bashar Al-Assad, seguindo a liderança de Abu Bakr Al-Baghdadi, considerado o "novo Osama Bin Laden", ele explorou a marginalização de pessoas repreendidas por governos anteriores, e muito da ira de comandantes expulsos das forças armadas para criar essa potência de terror. Unem ideologia (Islão não apenas como religião mas um sistema governamental) com aparato militar. Origem: Al Qaeda do Iraque, após os EUA derrubarem Sadan Hussein e foram declarados como partido ilegal, marginalizados.



Centralizam o ódio aos Xiitas, que preferem que o sucessor de Maomé tenha laços de sangue com ele e têm como objetivo principal instituir o Califado.



Estima-se que entre 20 e 30 mil homens fazem parte do grupo (segundo a CIA), os alvos são jovens sunitas (parte dos muçulmanos que preferiu que o sucessor de Maomé fosse escolhido entre seus seguidores), deprimidos, descontentes, desiludidos em vários países do mundo, que têm uma visão que o grupo é vitorioso.



Apesar de ser considerado terrorista, age mais como um exército que combate abertamente do que cometendo atentados. Seu foco é controlar territórios na Síria e no Iraque. Alguns lideres já sinalizaram a possibilidade em avançar para a Jordânia e Arábia Saudita no futuro.



O grupo é forte e extremamente bem financiado, vão além do que podemos imaginar, conforme o secretário de defesa americano Chuck Hagel, no site BBC Brasil.
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