Neste domingo, 12 de abril, ocorreram à segunda #Manifestação popular contra o atual #Governo, reunindo milhares de cidadãos insatisfeitos com os governantes e contra a administração publica, que não é segredo a ninguém que está em declínio. Muito se tem falado no numero de manifestantes presentes neste domingo, foram contabilizados cerca de 700 mil pessoas, segundo os policiais, mas segundo os organizadores, foram 1,5 milhões por todo o país. Independente do total correto, se pôde notar que o volume diminuiu no tamanho, mas não no peso que ela proporciona ao país.

Muitas pessoas podem ter deixado de ir pelo fato de nada ter mudado na nossa política, as mesmas coisas, os mesmo pronunciamentos e nada se têm feito.

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Nem a presidente se quer defende de forma clara seu interesse em ficarem, os governantes, não generalizando, nem argumentam a respeito e tudo fica por isso mesmo. Impeachment só será mais um grito nas ruas, será complicado chegar a acontecer vendo que todos os partidos têm os vínculos com o atual administrado do país (PT).

Segundo o deputado José Guimarães (PT-CE), a presidenta Dilma está calçada em 54 milhões de brasileiros que a reelegeram para governar o país, e a ideia do impeachment não encontra legitimidade atualmente. É fato que a luta dos brasileiros será árdua, pois, governantes e OAB são contra e rejeitam o impeachment e não existe vontade de fazer uma reforma política onde beneficie o povo.

E o que fica desta última manifestação?

Com a propaganda de que seria ainda maior, não foi o que se pode ver, fraquejaram no sentido de aumentar os índices de protestantes, mas a força esteve intacta na certeza dos que querem.

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Com embasamento na manifestação de março, o governo não moverá uma palha para as mudanças reivindicadas. Espera-se que não diminua a força das manifestações, que o povo não se acomode e que, para uma possível nova manifestação, o povo vista a camisa do Brasil com o sentido maior de dar um novo rumo na história deste país.

Manifestar é preciso e é um direito que contribui para o crescimento da nação.