Causas psíquicas, ela não vem do fato de serem homossexuais ou heterossexuais, casadas ou mesmo celibatárias, é um transtorno de personalidade. Esse termo é usado para mencionar comportamentos indesejáveis que acabam escapando ao controle das pessoas. A pedofilia incluir sempre uma violência moral, que afeta principalmente a inocência da criança, que gera grandes traumas para a vida toda. Ela também pode se tornar violência física, incluindo estupro e até a morte. Essa prática tem aumentado e muito em nossa sociedade. A muitos pedófilos que agem pela internet, também abusos em crianças dentro da própria #Família, entre parentes e as vezes envolvendo os próprios pais.

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Os pedófilos buscam instintivamente modos de agir e esconder seus atos.

O dever moral que essas pessoas que tem tendência de ser um pedófilo exercer é no mínimo procurar ajuda e assumir a responsabilidade de superar esse problema. As pessoas que estão fora e vêem indícios também tem uma grande responsabilidade, principalmente porque se trata de defender essas crianças. Também é preciso proceder com cautela para não afetar e até manchar o nome das pessoas suspeitas, quando só há indícios, como já diziam os antigos não ponha a carroça na frente do burro, não seja apressado. Mas mesmo assim, é preciso agir, procurando quem possa ajudar a esclarecer.

Existindo provas, a atuação pode ser um pouco mais declarada, levando o problema a autoridades competentes, neste caso os Conselhos Tutelares, que além de ajudarem e muito estão ao alcance da população.

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Entre os religiosos a pedofilia apareceu na mídia internacional com grande destaque por vários motivos. Em primeiro por descobrirem vários fatos, que não era de se esperar pela credibilidade que a #Igreja possui. Também houve uma grande exploração dos fatos por aqueles que queriam ganhar dinheiro com processos ou mesmo simplesmente desacreditar a Igreja. Muitos casos vem de décadas passadas e a maioria das acusações não tinham consistência. Mas os casos constatados constituem sim um grave escândalo. O problema em foco não era o celibato dos padres, mas sim o fato de ter acobertado esses comportamentos.

Temos de aprender a lidar com a transparência na defesa das crianças diante desses abusos sexuais, doa a quem doer. Temos que tratar esse problema com responsabilidade e misericórdia. Devemos ter consciência em reconhecê-los e corrigi-los com urgência.