A pesquisa foi desenvolvida pelo site da agência de empregos CareerBliss. A finalidade era efetuar um levantamento sobre quais os cargos eram os mais e os menos desejados pelas pessoas que procuravam oportunidades de emprego no ambiente virtual. Os resultados foram recentemente apresentados e trazem consigo algumas #Curiosidades.

O primeiro destaque é que não são necessariamente os mais procurados são aqueles que são mais felizes, o que representou a primeira surpresa. Os cargos de diretor escolar, chefe executivo ou controlador de empréstimos, certamente não estariam entre os preferidos, mas foram os que a agência colocou entre os mais felizes, de acordo com a pesquisa efetuada.

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O universo de pesquisa foi grande. 25 mil questionários foram respondidos ao longo de dois anos de trabalho. O questionário foi fechado, simples, curto e fácil de ser preenchido. Foram questionados o apoio, recompensas, oportunidades, cultura organizacional. Cada categoria teve um peso de acordo com psicólogos da equipe. 480 títulos de funções foram propostos. A faixa salarial destes cargos não estava nos limites superior ou inferior. A pesquisa foi considerada como uma média de mercado. Nem aqueles em que as pessoas são tipicamente felizes e infelizes, ficaram fora da pesquisa, para não alterar a distribuição. Guardas de segurança, comerciantes e vendedores foram colocados na categoria de mais infelizes. Diretores de escolas; trabalhos relacionados com educação; chefes de restaurantes; agentes de crédito, foram colocados no topo dos cargos mais felizes.

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Quem pensa que estas colocações eram de pessoas que somente enfrentavam problemas por um lado e por pessoas que nunca enfrentavam problemas de outro lado, enganam-se. Boa parte da medida de satisfação era devido aos desafios colocados e as recompensas obtidas. Em todos os casos houve relatos de momentos felizes nos empregos infelizes e de momentos infelizes (como recusar crédito a uma pessoa realmente necessitada) nos cargos considerados os mais felizes.

Nos empregos menos felizes, a relação com riscos foi um determinante para a sua escolha. Nos empregos mais felizes a relação de condições de gratificação pessoal (não financeira) foi determinante pela escolha.

Para as pessoas responsáveis pela oferta de trabalho em agências ou para gestores de setores de pessoal estas informações podem ser de elevado interesse. Para elas recomenda-se que consultem o site da empresa citada para obterem o relatório em sua totalidade.