Sindicalistas brasileiros dão o grito de guerra: 'Não a PL 4330'. Manifestações pelo país afora dão conta da dimensão no discurso de mão de obra terceirizada. São palestras e mais palestras na mídia, uns a favor, outros contra. Sindicatos garantem que o trabalhador formal tem tudo a perder com este projeto que exterminará com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Segundo os sindicalistas, patrões farão substituição automática de trabalhadores formal para trabalhadores terceirizados, fazendo com que a perda de direitos trabalhistas adquiridos seja irreversível.

A força dos sindicalistas, aliados ao ex-presidente Lula, fez com que os Deputados dessem um tempo para refletir e analisar as críticas ao projeto de terceirização, que ficou para a semana que vem, ainda sem data marcada.

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Comentários pela mídia são gerais e variados, vai desde considerar o Brasil como uma economia de 3º mundo até a mudança no sistema do governo. Em verdade, a nação brasileira têm muito no que progredir, principalmente, em questões de tecnologia avançada. Isto dar sinais de que as coisas não vão bem. Improcedente é observar a importação de médicos cubanos para atender necessidades de demandas, é triste e desastroso perceber que nossas universidades não conseguem suprir tal demanda.

Há os que defendem que a PL4330 deveria ser aprovada, obrigando patrões e grupos empresariais a dividir lucros da empresa que contratar terceirizados. Esses defensores garantem que a medida imposta por força de lei evitará a substituição de trabalhadores protegidos por direitos. Patrões e sindicalistas nunca se entenderam quando se trata de acordos trabalhistas e algumas vezes as discussões tendem a greves.

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A PL4330 não será "empurrada goela abaixo" pelo parlamento brasileiro, visto que, os Deputados adiaram a votação para a próxima semana. Até lá, a discussão sobre o tema será ouvido, analisado e adaptado. A nação brasileira está passando por ajustes de todos os tipos: político, democrático, social e outros. Necessário se faz o entendimento entre as partes para que não venhamos cair no abismo da ignorância, da discórdia, da dúvida e do desamor. A terceirização é uma discussão política, de interesse dos trabalhadores sem a carteira assinada, que deve ter começo, meio e fim.

Citar como exemplo: os camelôs (trabalhadores sem carteira assinada), quando eram considerados informais, foram perseguidos, humilhados pelas autoridades constituídas, brigaram muito para conquistar espaço no mercado do seu trabalho. Hoje, trabalham na base da terceirização individual, pagam INPS e outros impostos. E, por curiosidade, estão fora da CLT. #Opinião #Manifestação