De maneira abrangente, quase todos os problemas existente no Brasil chegam a um único ponto: #Educação. É evidente que um país que não prioriza a educação tem alta taxa de desemprego, analfabetismo e, consequentemente, uma política ruim. O valor que se dar para um professor por aqui é mínimo. No Brasil, jovens que sonham em serem professores acabam por desistirem, pois, o salário é baixo, fora a estrutura das escolas, que não suprem a necessidade do professor.

Alguns professores se sujeitam a tirar de seu próprio bolso para buscar meios de aprendizagem para se especializar, para, quem sabe, aumentar o número de crianças e jovens alfabetizados, compreendidos da matéria.

Ao contrário do Brasil, em países como: Japão, Coreia do sul, Canadá e outros, os jovens não têm medo de seguir essa carreira, ao contrario, têm orgulho.

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O jovem brasileiro que diz publicamente que sonha em ser professor é vítima de 'chacotas'. Logo, muitos desistem de prosseguir a carreira. Além disso, o professor sofre com ameaças de "estudantes", que chegam a agredí-los e, alguns casos, matá-los.

Dados da OCDE (Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico) apontam o Brasil no 36º de salário do professor, bem abaixo dos países desenvolvidos. E segundo a Unesco, o Brasil cumpriu apenas duas das seis metas mundiais da educação. Conseguiu a garantia da matricula de quase 100% das crianças nas escolas primarias e acesso igualitário de meninos e meninas nas escolas, faltando garantir que os jovens tenham acesso ao ensino fundamental e médio, diminuir o número de analfabetismo, melhorar a qualidade da educação e garantir aos jovens habilidade para entrar no mercado de trabalho.

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Por fim, o Brasil ainda tem muito o que progredir na educação, sobretudo, na valorização dos professores, que garante o futuro do país, inclusive, do sistema político, pois, tendo uma educação de qualidade, os cidadãos terão maior participação política, dificultando a prática da corrupção, que tanto progride na política. Se nesse país tivesse uma educação melhor, também diminuiriam os índices de violência e miséria, tão comuns por aqui.