A ação desesperada do governador do Paraná Beto Richa (PSDB) para conter a manifestação dos professores em 29 de Abril de 2015 criou manifestações contrárias de várias entidades não governamentais, entre elas a Associação de Juízes para a Democracia (AJD), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Comissão de Direitos Humanos (CDH). Todas sãoo unânimes em condenar a desastrosa atitude do executivo do Estado do Paraná, classificando o episódio de covarde, truculento, ilegal e violento.

Segundo o presidente do Conselho Executivo da Associação de Juízes para a Democracia, Dr. André Augusto Salvador Bezerra, em nota divulgada no viomundo: A ação que impediu servidores públicos de se manifestar como prevê a Constituição Federal é idêntica ao que ocorria sob a égide da ditadura militar que vigorou após golpe de 1964.

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Lamentáveis os fatos ocorridos na cidade de Curitiba. As forças policiais, por dever Constitucional de ofício, assegura a realização de manifestações pública e o #Governo de dialogar com a sociedade civil, não sendo balas de borracha ou bombas de efeito moral que produzirá respostas legítimas para a discordância. Direito de greve está previsto nos artigos 5º, incisos IV, XVI e 9º da Constituição Federal de 1988. O diálogo objetivando a efetivação de direitos são respostas legítima sob a égide democrática. A leitura completa está divulgada no viomundo.

Após reunião da senadora Gleisi Hoffmann do PT-PR com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa no dia 6 de Maio de 2015, o comandante da PM do Paraná pediu exoneração do cargo. A senadora afirma que "O que se viu lá não foi normal, o excesso desastroso da polícia militar sob a responsabilidade do governador, uma #Violência descomunal, desproporcional e de massacre".

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Enio Verri, deputado federal e presidente do Diretório Regional do Paraná reuniu-se com membros e divulgou no seu blog: O PT do Paraná exige que sejam investigadas as responsabilidades do governador, do Secretário de Segurança Pública, do comando da Polícia Militar e do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), no massacre que deixou mais de 200 professores, servidores e estudantes feridos. O Paraná não aceita que profissionais sejam tratados com truculência pela PM, com uso indiscriminado da violência. É preciso apurar de onde partiu a ordem para a ação covarde e punir os responsáveis. O PT manifesta solidariedade aos educadores que se levantaram contra o autoritarismo, tirania do governo e reitera o apoio incondicional à luta dos trabalhadores.