Hoje, se vê a ascensão de grupos partidários religiosos, algo que nos ocupa de observar continuamente, o exercício da liberdade e da democracia.

Ainda que estes grupos em suas comunidades tenham o direito de expressar sua liberdade religiosa, é vedado ao estado a integração com uma #Religião de forma que esta governe e não a democracia.

O radicalismo de alguns grupos, religiosos, chega ao ponto de ataques diretos, fomentos de fúrias e desafio à outras religiões, e ainda, se utilizam de política para poder interceder a força de sua fé, a liberdade religiosa é garantida pela constituição sem alimentar ou retirar de ninguém o direito de crer e não crer, é a garantia de que os brasileiros e todo cidadão e cidadã por direito seja livre para exercer dentro dos artigos constitucionais a liberdade de sua fé.

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Simultaneamente, quando partidários usam da religião, para poder alcançar o poder e no lugar de respeitar que o estado seja indiferente a religião, ele se aproxima de um crime contra a democracia, logo não é algo ligado a esquerda ou direita especificamente, já que também de ambos os lados os excessos se verificam em grupos tanto de esquerda quanto de direita.

Além de grupos religiosos também há grupos anti-religiosos tão perigosos e radicais em si que ao querer que as religiões sejam abandonadas se tornam algo possivelmente opressor  e perigoso de ocorrer.

Os excessos se verificam de todos os lados, logo o foco em si, é quando aquilo que se acredita como indivíduo, seja como doutrina, seja como ausência de fé, se imponha as outras pessoas contra a liberdade destas.

O #Governo pela constituição, não deve jamais associar a religião ao estado de direito, ainda que seja um direito do indivíduo não é direito do estado.

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Jamais deve se associar a uma religião em si. Deixando claro a liberdade religiosa, e mantendo boas relações sem, se comprometer de forma abusiva para com uma religião ou grupo religioso específico.

Aparentemente isto parece abuso para algumas pessoas, na realidade, nada impede que lideres religiosos, cheguem ao governo e sim, nada impede também que estes sejam removidos de seus cargos por misturar o direito de reger a política para o bem do seu povo com a fé que professa em si.

Mesmo se a fé em questão for da maioria, o direito religioso é algo privado e não governamental. Não cabendo o estado interferir nos assuntos da fé e ausência desta, a não ser que isto esteja sendo usado para professar o ódio e aplicar excessos fundamentalistas violando o direito individual e democrático comum garantido pela Lei.  #Opinião