Todo cuidado é pouco: existe muita pressão sobre os pilotos de avião. O impacto inicial arrefeceu. O mundo continuou a girar. A jornada que começou em um lugar que ninguém conhece, quem sabe fruto de um big-bang surgido do nada, caminha sabe-se lá para qual destino, quem sabe o juízo final.

Neste intervalo de tempo sucessos e insucessos humanos são registrados. Para quem eles servirão de exemplo? O mito que as baratas sobreviveriam a um desastre nuclear é somente isto, um mito. Cientistas elegem como sobrevivente, de acordo com a revista Science em 2009, uma bactéria chamada Deinococcus Radiodurans (os cartórios estarão proibidos, a partir desta data, de aceitarem este nome como nome próprio.

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Fato comum sempre que algo se destaca na multidão). Segundo o que foi publicado pelos cientistas, ela é capaz de aguentar até 1,5 milhão de rads, sendo três mil vezes mais resistente que o ser humano (registre em seu iPad, isto pode lhe dar uma erudição, que pode ser utilizada para impressionar sua namorada ou namorado).

As verdades ocultas começam a aparecer e eliminam o imprevisível como motivo para que tal tragédia tivesse ocorrido. A companhia aérea alemã Lufthansa admitiu que sabia da depressão do copiloto acusado de derrubar uma aeronave com 150 pessoas a bordo.

O que todo mundo acha disto? Se fosse uma notícia tratada com o mesmo rumor que o acidente, talvez resultasse em algo. Mas escudada em sua potência financeira e no apoio de políticos com ela comprometidos, nada irá acontecer para a companhia.

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Isto coloca em questão se realmente os aviões são um meio de transporte seguro. Aqui as discussões serão inúteis. As estatísticas favoráveis serão mais uma vez utilizadas e os aviões cada vez mais potentes continuarão pelos ares, em escala cada vez maior.

Pesquisas e revelações surgem de todos os lugares. Aqui no país adormecido (eternamente) em berço esplendido, outra divulgação assustadora. A Abrapac - Associação brasileira relatou resultado de um relatório no qual contata que 25% dos pilotos da aviação regular brasileira apresentam hábitos de risco no consumo de bebidas alcoólicas.

Quando se olha pelo prisma da necessidade que as pessoa têm de ter alguma válvula de escape para condições de estresse, piora em muito as possibilidades de um acidente provocado pela negligência. Ela pode acontecer no exercício da profissão.

Idade (não confie em um piloto com menos de 38 anos diz o escore de risco, o copiloto tinha 27 anos), cansaço (não confie em pilotos que apresentam problemas de insônia ou algum problema físico, já levantado no perfil físico e psicológico do copiloto) e demanda de trabalho (Pilotos costumam sair de um voo 12 horas, para outro de mais 12 horas.

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Possivelmente ficarão cansados, o que já tinha acontecido com os pilotos deste voo em outras ocasiões). Estes fatos revelam o erro de delegar ao improvável a responsabilidade pelo acidente e a se exigir da companhia alemã, que não somente arque com os prejuízos, dando à família das vítimas todo apoio e assistência, mas abra seus programas de avaliação para o público, o que se recusou a fazer no início das investigações.

Cabe à sociedade exigir que novas formas de avaliação e de condições de trabalho sejam dadas a pilotos e seus auxiliares, para evitar que uma viagem de avião se transforme em tragédia, algo incompreensível quando o improvável fica afastado, como neste caso. Os analistas concordam que esta era uma tragédia anunciada e que poderia ser evitada. A Lufthansa com a palavra. #História #Comportamento