Com a finalidade de atrair jovens, a nova rede social conta com apoio de personalidades evangélicas como Aline Barros e Bruna Carla, que vestem a camisa do novo site.

A cada tempo, redes sociais surgem e muitas delas não conseguem se manter por muito tempo e caem no esquecimento, assim como o orkut. Porém, o FaceGlória, totalmente brasileiro, aposta numa ascensão desta nova plataforma.

Um de seus fundadores, Átila Barros, diz que o site pegou carona com o movimento Marcha para Jesus que aconteceu dia 4 de junho, com a participação de cerca de 340 mil pessoas para promover a nova rede social que foi bem recebida pelos fiéis.

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Com cerca de 50 mil cadastros até agora, ela quer se expandir ainda mais e chegar a 1 milhão de usuários até o final deste ano de 2015.

Como funciona a nova rede social:

Ela mescla a sua aparência com os visuais de Twitter e Facebook, com uma caixa de texto no alto da página pede "escreva aqui o que esta pensando". Já na barra lateral da direita exibe os amigos e fotos, já na barra da esquerda mostra as últimas atividades. Contém um bate papo que futuramente irá ganhar capacidade de enviar vídeos, fotos e áudio. O botão de curtir comum no Facebook é substituído pelo botão do amém. No centro do site existe um tocador de músicas gospel caso você queira ouvir enquanto navega.

Para Aline Barros, o novo site será um refúgio para as pessoas que estão descontentes com o Facebook. Ela acredita que o Facebook deixará de existir em 5 anos, assim com aconteceu com o Orkut.

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O novo FaceGlória tem um espaço mais clean, para divulgação de novas bandas e cantores gospel. O objetivo principal é adesão de jovens com cabeças sadias e principalmente familiar.

Segundo Barros, os homossexuais serão bem-vindos, assim como adeptos a outras crenças. Mesmo tendo algumas restrições, é uma rede social em que todos tem o direito de participar. A limitação se resume em não permitir pornografia, palavrão, fotos que revelam consumo de álcool, cigarro e outras drogas, e cenas de violência.

A paquera é liberada, disse Aline Barros, pode e deve desde de que seja nos padrões aceitáveis para o site. Vejamos como se dará o prosseguimento desta nova plataforma social. #Entretenimento #Mídia #Internet