O assunto tratado foi a discriminação sofrida por pessoas com deficiência. As discussões ocorreram no seminário Andi 21 anos que tratou da mídia brasileira e os direitos humanos. O encontro aconteceu em Brasília, na última quinta-feira (18). Estavam reunidos diversos especialistas em tratamento de temas relacionados com a exclusão a pessoas com algum tipo de deficiência física. A razão foi ampliar os cuidados com estas pessoas, eliminando processos de exclusão social.

A Andi está em ação desde 1990, mas teve sua criação formal em 1993, estando em plena vivência de sua "maioridade" como instituição apartidária, sem estar voltada para lucros.

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Sua área de ação envolve a articulação de ações em mídia para o desenvolvimento. A força da mídia na sociedade da informação e #Comunicação é inquestionável. Neste ano, as atenções voltam-se para um tema que preocupa qualquer analista do comportamento social, de modo formal ou simplesmente para expressão de situações que banalizam a injustiça social.

Âmbar de Barros e Gilberto Dimenstein sempre foram conhecidos por suas posições em favorecimento das pessoas menos favorecidas. A instituição que foi criada por eles inova a cada ano, no tratamento de um tema específico. Assim tornou-se mediadora entre a grande imprensa e os grupos sociais.

Para aproveitar que a comunicação pode ser utilizada como poderosa ferramenta de combate à discriminação, um tema teve tratamento de destaque: a acessibilidade para pessoas com algum tipo de deficiência.

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O incremento do uso da linguagem Libras (língua brasileira de sinais), o uso da estenotipia, que registra o que é falado em tempo real, onde um profissional converte esta fala em símbolos que os traduz em textos. O aproveitamento de tudo o que a tecnologia enseja é tratado com o propósito de incentivar formas de minorar o sofrimento de algumas minorias.

Fábio Feldman, um dos participantes do evento considera que é preciso investir na capacitação de profissionais, que desenvolvam atividades sobre o tema, para que ele possa ganhar mais força. O consultor declarou: " Acho que uma das dificuldades da imprensa também é o fato de se ter poucos jornalistas especializados em determinados assuntos". Isto abre perspectivas que nos projetos de pesquisa na área, o tema seja inscrito como de importância particular.

Somaram-se às questões de deficiências, outras questões já previstas nas metas do milênio, tais como questões de gênero, raça e outros que precisam da atenção das mídias para que as propostas de inclusão se multipliquem. É preciso destacar que estas ações são parte integrante da autoridade e responsabilidade social de cada indivíduo. Assim cabe a cada pessoa, auxiliar com ideias inovadoras, a efetivação de procedimentos de tratamento igualitário. O tratamento continuado do tema poderá trazer resultados mais positivos.