Apesar da Bolívia ser considerada por muitos como o país mais pobre da América Latina, o Mercosul deu a oportunidade do mesmo para entrar como membro efetivo do bloco. A entrada do país já tinha sido confirmada no decorrer da Cúpula anterior em Brasília, em dezembro de 2013, quando foi divulgada para a surpresa de todos, e até mesmo foi aceita pelos parlamentos de Venezuela, Uruguai e Argentina. Todavia, ainda teve que ser revisada porque o Paraguai negava a aprovação deste novo protocolo preparado durante o tempo em que se encontrava suspenso.

O protocolo de adesão da Bolívia como sexto membro do #Mercosul foi assinado nesta sexta-feira, 17.

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Antes da formação do bloco, os países sul-americanos não tinham boas relações econômicas entre eles, mas na atualidade esse relacionamento tem mudado a cada dia. A ideologia do bloco econômico é ligada aos modos existentes de outros mercados da região, onde os países possuem a visão de aumentar e aperfeiçoar o ciclo de exportações entre todos os países-membros. Com a Bolívia dentro do potente bloco é certo que o mercado vai ampliar muito mais e novas conquistas serão alcançadas pelos países participantes.

A economia boliviana possui muito peso na área agrícola onde o PIB chega a 15 %. É baseada em exploração dos recursos e na exportação dos mesmos. Uma curiosidade é que a Bolívia é o quarto maior produtor do mundo de estanho, um mineral muito abundante em sua região. Muitas áreas ainda precisam ser exploradas nesse país e com a entrada no Mercosul é certo que isso tende a transformar.

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Todos agora contam com a nação boliviana a fim de que juntos todos cresçam na área econômica.

O MERCOSUL

O Mercosul é o mais importante bloco econômico da América Latina e na atualidade possui cinco membros efetivos, cinco associados e um observador. Os membros efetivos dentro do grupo contam com Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e o mais recente, Venezuela. São conhecidos como países-membros do Mercosul. Esse bloco econômico foi projetado pelo Tratado de Assunção no ano de 1991. #Negócios #Crise econômica