De repente só ouvimos falar dela, a Presidente Dilma. Só existe este assunto em todos os lugares, de postos de gasolina aos virais das redes sociais. Então, permanece a pergunta: O sistema impôs essa reação em cadeia ou nós estamos vivendo toda essa manipulação da massa e da imprensa nacional, como é descrito no livro 1984 do escritor George Orwell, publicado em 1949? 

Globalização Digital? 

Na época do livro citado não existiam telefones celulares, o zap zap, também conhecido como Whatsapp, e muito menos o Facebook ou Instagram. Comparação entre o herói do livro Winston e o povo brasileiro "moderninho" de hoje, capazes de se organizar para protestos por meio das redes sociais.

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A sociedade vívida pelo personagem principal do livro vive cercada de câmeras como se estivesse no reality show de uma edição longa e permanente do Big Brother.

Algumas das idéias expostas no livro foram utilizados na criação do reality e copiados em inúmeros outros projetos pelo mundo afora, e as pessoas gostaram dessa ideia de serem vistas e vigiadas.

Uma das receitas de maior sucesso das mídias, de alguns setores de comunicação e programas televisivos, permanece o manejamento do consumismo, do que é a moda estipulada por eles e a facilidade com que conseguem impor ao público todo esse potencial catastrófico capitalista do consumo e da falta de ideologia e pensamento individual. 

O individuo passou a ser comandado pelo que está no ibope, no top mais dos compartilhamentos, no que um amigo ou grupo do face curtiu, comentou e compartilhou.

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Os neurônios se foram, restaram apenas o populismo, ou seja, quem controla o presente controla o passado. 

Liberdade, manifestações ou protestos? 

Deixo o pensamento consciente de quem vê com outros olhos essa disfunção estranha em que vivemos. Seguimos de mãos atadas, mesmo sabendo o que deveríamos fazer para resolver essa bagunça em que fomos obrigados a engolir junto dos enlatados das nove às seis, mas é considerado meio maluco quem age diferente ou não concorda com todo mundo.

Mas aí entra outro poeta, que poderíamos mudar o hino nacional por uma de suas músicas mais fáceis de cantar e lembrar. "Que País é Esse?" ou "Perfeição". Na atual situação, misturo as duas e tenho dito.  #Opinião #Corrupção #Comportamento