Pode parecer absurdo, mas grande parte dos muçulmanos odeiam o ocidente, embora usem produtos fabricados aqui e usufruam de dinheiro americano e europeu dos quais usam para financiar, entre outras coisas, violentos grupos jihadistas como o ISIS e o Boko haram.

Todavia, nem mesmo o fato de estarem sendo acolhidos na Europa acalmou os ânimos exaltados dos seguidores de Maomé e nem tampouco amansou seu ódio pelo ocidente. Cenas como vandalismo pelas ruas de Paris e agressão a cidadãos europeus correram pelas mídias sociais.

Como se não bastasse, refugiados em Munique fizeram uma petição na internet para acabar com a tradicional Oktober Fest, uma festa popular alemã equivalente ao carnaval brasileiro. Tudo isso devido ao fato da festa não ter nada a ver com o islã e pelas famosas canecas de cerveja.

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Bebidas alcóolicas são proíbidas pelo Al corão.

Ao contrário de outros povos refugiados, os muçulmanos possuem uma forte tendência a querer impor suas regras nos países estrangeiros, assim como fazem no oriente médio, sempre protegidos pela ditadura do  politicamente correto. Há alguns dias, refugiados que foram para a Suíça tentaram fazer uma petição para que a cruz fosse retirada da bandeira do país, enquanto que na Noruega, a bandeira nacional é queimada por também conter uma cruz, lembrando as tradições cristãs que moldaram a nação. E o governo assiste a tudo de braços cruzados.

A poderosa Inglaterra, sempre lembrada por ser uma nação imponente, também baixou a guarda. Islâmicos residentes em Londres saem as ruas com cartazes com dizeres: "Inglaterra, vá para o inferno!" e também insultando a famosa Scotland yard.

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E, como se não bastasse, ainda querem que a lei Sharia seja aprovada pelo parlamento britânico e vigore como lei oficial do país.

Apesar das nações ocidentais fazerem de tudo para agradá-los e respeitar seus costumes, ao compasso que tentam impor as suas regras, se qualquer pessoa viajar para o oriente médio é obrigada a respeitar as leis islâmicas e obedecer todas elas. Isso deixa bem claro que o extremismo religioso islâmico é maioria entre praticantes desta fé. Se os países ocidentais não tomarem uma iniciativa, acabarão sendo islamizados em sua própria terra e, mesmo assim, tentando parecer amigos e tolerantes.

A verdade é que o islã nunca foi uma #Religião de paz, o próprio Al corão diz que é dever de todo muçulmano combater os infiéis, isto é, qualquer um que não siga o islamismo. Muito mais do que uma religião, é um sistema político. #Opinião #Blasting News Brasil