A Síria vive uma guerra sem precedentes que já perdura por mais de 4 anos, o que causou grande prejuízo econômico, estrutural e humanitário ao país. O conflito começou em março de 2011, quando uma rebelião armada tentou tomar o poder do presidente Bashar Al-Assad, sem sucesso. Desde de então, a guerra civil já deixou mais de 130 mil mortos, e milhões de refugiados, que buscam outros países como escape do medo iminente que os cercam. 

Nos últimos dias, ocorreram acontecimentos que repercutiram mundialmente, de forma que muitas questões sobre o assunto foram levantadas e discutidas por boa parte da população do mundo. Uma delas diz respeito ao valor de uma vida.

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No dia 02 de Setembro, a morte de um garotinho sírio, que buscava juntamente com seu pai, mãe e irmãos uma esperança de vida em outro país, abalou o mundo. Ele fez crescer nas pessoas a indignação pela pouca importância que as nações, principalmente europeias, davam ao caso, e que a vida de muitos inocentes estavam em perigo eminente.  

A chama da solidariedade se acendeu em grande parte dos cidadãos europeus, o que fez com que os governantes olhassem com mais atenção para os refugiados, dando uma nova esperança àqueles que fugiram do terror. Porém, muitas nações estão barrando a entrada destes, temendo um descontrole populacional e econômico. Uma delas é a Hungria, que pensa na possibilidade de erguer uma barreira que impeça os refugiados de entrarem no país.  

Nesta terça-feira, dia 08 de Setembro, mais uma cena de descaso com os refugiados sírios  foi registrada na Hungria.

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Uma jornalista húngara foi flagrada agredindo alguns refugiados que tentavam entrar no país, o que causou revolta  e indignação na população, vendo tamanho desrespeito com os mais fracos. Tal ato causou a demissão da jornalista Petra László, devido a pressão popular. 

Agora basta aos países desenvolvidos criarem um programa destinado exclusivamente aos refugiados, recebendo-os com alguma dignidade para que a vida não seja vista com sendo algo sem valor ou de segundo plano, dando exemplo para que as novas gerações possam respeitar aqueles que não tiveram a mesma sorte. Para que o mundo seja um lugar melhor.  #Opinião #União Europeia #Blasting News Brasil