Na última década foi vistas mudanças de valores e posicionamentos sociais e políticos que respingaram diretamente na #Educação. O sucateamento da rede de ensino Brasileira tem causado resultados alarmantes. Alunos em alto grau de violência passou a ser uma situação apenas familiar. O papel do professor, figura de respeito e detentor de conhecimentos, foi substituído pela internet e seus caminhos muitas vezes duvidosos, geradores de mais violência. 

Quem controla e quem defende?

O ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), com promulgação em 1988 e a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) de 1996 surgiram para defender os direitos de alunos/crianças e adolescentes, quando ameaçados em seu “direitos” ou lesados.

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Porém estas regras de protecionismos totais favoreceram comportamentos de agressividade e desrespeito, como no vídeo de um menino/aluno que destrói uma sala de sua escola. Os professores e funcionários são orientados a não deterem o aluno, pois poderão ser eles responsabilizados e punidos pela justiça - a mesma justiça que não os defende.

Quando digitado em buscadores sobre agressões de alunos contra professores ou até mesmo homicídios, não é fácil encontrar (mesmo sendo conhecido de forma pública ou privada tais ocorrências); automaticamente há um bombardeio de alunos queixando-se de maus tratos sofridos por educadores. O que são maus tratos nos dias de hoje?

A mordaça continua

O papel central dos professores, assim como dos pais, não existe mais; foi invadido e roubado pelo Estado, com interesses unilaterais, tendo causado cenas de barbárie.

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O que encontramos são professores, coordenadores e diretores que não sabem quais seu direitos e deveres, nem sabem as formas de relacionarem-se com seus alunos perante o Estado. Tudo ou quase tudo lhes foi tirado, relatórios sobre desempenho e comportamento dos alunos em sala de aula e nas escolas possuem palavras proibidas e citações não permitidas, ordens que vêm das próprias diretorias de ensino. Não é de admirar que tantos sejam os professores que se auto-exoneraram de seus cargos em tão pouco tempo.