Após os ataques terroristas em Paris no dia 13 de novembro, a presidente Dilma Rousseff, em reunião com os BRICS, declarou seu repúdio às práticas jihadistas e reiterou a necessidade de se combater o #Terrorismo. Tal declaração acabou por gerar grande polêmica no meio virtual, dado o fato de que, na interpretação de muitos indivíduos, havia-se declarado guerra ao Islã. A partir daí, surgiu um grande temor de que o Brasil estivesse sob risco de ataques. No entanto, é importante notar que, considerando sua fala, a presidente ainda não oficializou a participação do Brasil nem declarou guerra formalmente.

Pode-se considerar que um dos maiores atrativos para um #Ataque de grupos extremistas seja, talvez, as Olimpíadas de 2016, que ocorrerão em solo nacional.

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Apesar disso, quando se considera as pretensões de causar impacto mundial e choque generalizado, as preferências dos articuladores terroristas passam a ser países com maior enfoque midiático, e por isso os europeus e os norte-americanos possuem muito mais motivos de preocupação do que os brasileiros.

Outro dos motivos que levam países a ser atacados por militantes extremistas é a participação desses mesmos países em conflitos no Oriente Médio e no mundo islâmico. A indignação dos islâmicos com as potências europeias é justificável, embora seja importante esclarecer que os atos de violência, por parte dos radicalizados, obviamente não se justificam. O Brasil é notável por seu caráter pacífico e de pouco envolvimento em conflitos externos, o que, mais uma vez, diminui a chance de ser alvo de um ataque.

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Dessa forma, o pânico em se pensar que o Brasil está condenado, por enquanto, não passa de exagero. A garantia da segurança nacional é claramente um tema a ser debatido, mas não com todo o alarde que se vem fazendo ultimamente. Embora tal discussão seja importante e necessária, enquanto o Brasil não tiver motivos concretos para ser atacado, como por exemplo, participação direta no combate aos grupos terroristas, as especulações a respeito serão o máximo que se poderá conseguir. #Estado Islâmico