O número de #Refugiados aumenta assustadoramente de acordo com a Frontex. Dados registraram a imigração de 800 mil pessoas ilegais na União Europeia, com 752.000 vindos pelo mar. Essa grande imigração causa sérios problemas aos países europeus, que sofrem uma grave crise econômica.

O QUE PODERÁ ACONTECER NOS PRÓXIMOS ANOS?

Os refugiados se deslocam para os países em um movimento imprevisível, na busca por melhores condições de vida e oportunidades de trabalho. Eles sofrem com os impactos da guerra e suas consequências: a fome, a miséria, o desespero, a perda de pertences e moradia. Todos esses fatores os levam a buscar outros países.

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Os refugiados se deslocam, em sua maioria, para a Alemanha, Suécia, França e Inglaterra. Nessa viagem, muitos morrem  em naufrágios. Já outros, quase sempre são retidos e deportados. O sofrimento é grande, pois eles saem do país de origem por causa, sobretudo, das guerras, dos conflitos e do terrorismo.

Para Antônio Guterres, alto comissário da ONU para os refugiados, é fundamental que se encontre soluções para esta situação e que não se fechem as portas e fronteiras aos refugiados, pois eles se sentirão isolados e sem apoio, o que poderá contribuir para que se associem ao terrorismo. "Os países precisam receber esses refugiados. A maioria deles, são famílias, com crianças e mulheres grávidas, que precisam se fixar para garantir os seus futuros", afirma.

Antônio Guterres fala que o fenômeno dos refugiados se alastra e que os países europeus precisam encontrar soluções para receber essas pessoas.

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Os conflitos dos países não acabam e, ao contrário, estão crescendo. Os atentados são constantes e os envolvidos não encontram uma fórmula para solucionar as questões.

Cabe aos países, e a ONU, encontrar métodos que possam ajudar os refugiados. A massa imigratória não vai cessar e os países não conseguem aumentar os recursos, e ainda enfrentam calamidades naturais, como terremotos e maremotos.

As pessoas precisarão de ajuda dos governos, principalmente, com relação a: alimentação, moradia, trabalho e educação. Os governantes precisam atuar de forma humanitária e solidária. #Opinião #Crise migratória